Categoria: Design

Usando a rede social Hello

A nova rede social, criada pelo inventor do orkut é o que poderemos chamar doravante de “orkut 2” ou “orkut, a ressureição”. 

Anonimato – Pagando 50 moedas você pode curtir e comentar anonimamente

O design do App para iPhone (o único qu testei) é muito bem elaborado, cheio de cores e detalhes. 

Menu em forma de sanduíche é um quê a mais na ferramenta

Para se expressar na rede ao invés de “posts” você envia “jots” e para cada jot você pode escolher uma categoria que se encaixa. Nessa hora o brasileirocaga tudo e sai colocando todas as categorias, tornando a rede uma réplica confusa de tudo que já vemos nas demais redes. O perfil já traz além do nome, dia do nascimento e sua idade. 


Para se definir você escolhe as personas (interesses/categorias (5 no máximo). As personas são organizadas em ordem alfabética e os temas são bem variados. Para cada persona você responde um questionário cheio de perguntas que dão uma sensação de “wtf”, mas passa. Eu só consegui preencher uns 3 até agora e se a rede sobreviver, acho que consigo preencher os demais.


O sistema financeiro da Hello é composto por moedas que você pode comprar com dinheiro real, caso queira fazer extravagâncias ou simplesmente ter seus jots em alta diante dos “hellors” de sua rede. 

Sistema de niveis gamifica a rede e deixa a gente com vontade de evoluir

Até então você tem 40 níveis para alcançar, o que depende de sua interação com as postagens dos coleguinhas. 

em pouco tempo ja tem gente mendigando likes, seguidores e coments. coisa de brasileiro

O legal é que subcelebridades ficam mais acessíveis e se mostram realmente deprimentes, assim você consegue ver até onde as pessoa são capazes de ir por notoriedade digital. 

as personas na Hello garantem simplicidade nos temas, mas facilitam a puverização de idiotices

A diversidade de personas é detalhada e você percebe verdadeiro zêlo em fazer o conteúdo de cada uma delas. O design é completo e minuciosamente colorido. 

Enquanto escrevia esre post subi pro nivel 5 de 40 🙂

Uma das características que gostávamos no Orkut e que veio pra Hello, foi a possiblidade de saber quem visitou seu perfil. Adoro essa funcionalidade. 

À medida que for descobrindo coisas, vou criando na categoria Hello pra vocês acompanharem. 

Ah…baixe aqui

Hello World!

Entendendo a mudança de algoritmo do facebook – Pt 1

Mudança de algoritmo do feicebuque deixando o xoxomidia de cabelo em pé. 
O alcance 

Sorry, o comboio da organicidade segue cumprindo a missão de acertar o ponto mais alto da linha da inovação. 

Em tempos de opinões soltas e o “meme” que vai viralizar, o conteúdo que prender o cliente por mais de 5 minutos (exige texto e imagem casados) libera o Feed pra um percentual maior do seu público. 

O design 

Matemática aplicada foi usada à exaustão, além de novas linhas de código e a libertação da capa 851*315 pra se expandir com postagem nas estatísticas, foto de perfil volta pro canto esquerdo no desktop e se mantém reinando no mobile, inutilizando parte do centro. Ou seja, mais margem e microformats na sincronia.

O travamento

Você já deve ter se deparado com a mesma postagem a cada vez que acessa o App no mobile, o mesmo acontece no desktop. Tem jeito?

Sim, o filtro de liberação de Feed sofreu ajustes de indexação e parece que o povo do Mark não tá sabendo como resolver. Comece mudando a forma como posta, adicionando ao filtro os grupos de contato que o feicebuque cria automaticamente (mas vc também pode criar). 

Os anúncios

Ainda são boa opção para os endinheirados. Mas se você não dá conta de saber nem quem é alcançado por meio orgânico, não indico. 
Por hora é isso…

OS GESTORES DE MARKETING ESTÃO SOZINHOS?

O tempo médio de um profissional de marketing numa empresa é de 35 meses, chegando a 12 meses no segmento de alimentos. Mas por que eles duram tão pouco tempo nas empresas? Uma das razões para isso é a enorme pressão para trazer resultados financeiros, que eles enfrentam.
Mas os gestores de marketing estão sozinhos na busca por esses resultados. Muitos diretores de empresas tem a convicção de que a responsabilidade pela conquista de novos clientes e consequente lucratividade é responsabilidade apenas de um profissional solitário ou no máximo do departamento de marketing em que ele trabalha (Kotler, 2016). Segundo esse ponto de vista, os gestores de marketing são mágicos. Eles tem o poder para transformar toda a empresa e fazer as mudanças necessárias para que os produtos e serviços sejam um sucesso.
No entanto, é fácil demonstrar como esse raciocínio é falho. Acompanhe essa história:

Os diretores chamaram o Arthur, gerente de marketing. Disseram que a empresa ia mal, que era preciso aumentar as vendas a todo custo. Ou melhor, sem custos.

O Arthur disse que ia ser preciso fazer uma pesquisa de mercado. Os diretores disseram “Você tá maluco? Sabe quanto custa uma pesquisa?”. Arthur percebeu que ia ter que adivinhar a opinião dos clientes, usando sua bola de cristal. Ei, espere, ele não tinha bola de cristal. Os diretores diziam “Por que você não faz uma pesquisa pelo Facebook? É grátis!”. E lá foi o Arthur fazer sua enquete online, sem ajuda de ninguém. Sim, ele estava sozinho agora.

Depois de fazer sua pseudo-pesquisa, Arthur recebeu 50 respostas, todas negativas. Ele se perguntou se podia confiar naquelas respostas, pois afinal a empresa atendia 6.000 clientes todo mês. Será que a opinião daquelas 50 pessoas representava o que todos os clientes pensavam?

Arthur teve uma ideia: “E se eu consultar os chamados do SAC”? Quando fez isso percebeu que todo mês o call center recebia 3.000 ligações. A maioria delas eram de reclamações sobre os vendedores, o atendimento pós-venda e a demora na entrega dos produtos.

Ele percebeu a necessidade de fazer mudanças na empresa, se ela quisesse inverter o processo de perda dos clientes. Arthur então fez um relatório pedindo ajustes relativamente simples: os vendedores precisavam parar de prometer aquilo que a empresa não conseguia cumprir; o pós-venda precisava responder as dúvidas dos clientes sobre como se devia usar os produtos; o setor de entregas precisava padronizar os tempos de envio e melhorar a qualidade das embalagens, pra evitar que os produtos quebrassem no transporte.
Nada aconteceu. Arthur teve a certeza de que estava sozinho. Cada setor da empresa só queria bater suas metas, não importasse qual era a opinião dos clientes. A cultura da empresa precisava de mudanças, mas nem os diretores, nem os funcionários achavam isso necessário, pois daria muito trabalho, e eles não queriam fazer esforço. Não viam propósito em fazer isso.

Arthur teve que atualizar seu LinkedIn. Agora ele fazia parte das estatísticas de gestores de marketing que foram demitidos por serem “incompetentes”.

Depois de ler essa história muitas pessoas devem ter se identificado. Quantas vezes você levou a culpa por problemas que foram causados por outros departamentos? Já se sentiu impotente, de mãos amarradas, simplesmente esperando o pior acontecer? Já se sentiu sozinho?
Enquanto as organizações enxergarem o marketing como uma função solitária e não uma responsabilidade de todos os envolvidos na geração de valor, vai ser difícil fazer as mudanças necessárias. Portanto, é preciso que as empresas mudem seu ponto de vista se quiserem mudar seus resultados.

Referências

Kotler, P. (2016) Marketing para o Século XXI. Como criar, conquistar e dominar mercados. Ed. Nova Fronteira.

Fonte: Aqui