Categoria: Meio Ambiente

Só por enquanto…

Enquanto seu protesto estiver nas palavras. Espero que tenha o bom senso de sair da frente e deixar quem faz, continuar fazendo. 
Enquanto suas palavras forem “não vai dar certo”, “é impossível” ou “vamos falhar”, sugiro seu mais solene silêncio.
Enquanto for mais fácil culpar terceiros pelo seu fracasso. Peço que mantenha distância das atividades em grupo. Pois pessoas erram, depois erram novamente, continuarão errando. E tudo que dá certo é mérito de todos, assim como quando não dá certo, todos estão no erro e pagam juntos. Nunca funcionará de outro jeito.
Enquanto for importante o “de quem foi a ideia”, procure apropriar-se das ideias de terceiros, acreditando e investindo energia. É como se essa bobagem de “dono da bola” sequer existisse.

BesouroBass grava clipe com apelo ambiental na Chapada dos Veadeiros

O rap, diferente do que muitos pensam pode sim, ser ferramenta para boas mensagens, reflexão sobre o meio ambiente e sociedade. 

Trilha para Almécegas – Chapada Dos Veadeiros

Ele (o Rap) é livre, inclusive para simplificar a mensagem sobre preservação ambiental. Talvez e, porque não, invadir lares e tornar crianças de hoje ambientalistas de amanhã. 


Foi nesse espírito que partimos para a Chapada dos Veadeiros. A busca pela mensagem ideal, pelas imagens que nem um milhão de palavras diriam e pela tradução livre de temas repetidos, mas não entendidos, como sustentabilidade, por exemplo. 


Em dois dias fizemos o possível para gerar imagem de conteúdo para o projeto Ritmo, Poesia e Preservação. Ali também nos tratamos, nos retratamos e buscamos uma paz com nossa consciência por saber que estávamos fazendo uma pequena (minúscula) parte do que precisa ser feito para que a pauta saia do domínio dos catedráticos e se torne prática corriqueira no cotidiano de qualquer pessoa comum.

Além de experiências transcendentes (como não poderiam deixar de ser), esperamos por uma onda de boas novas a cada dia. Pois sabemos que o trabalho não é vão. 

Vamos! 

O bem não está calado

As notícias sobre tragedias violências mil se espalham como erva daninha. Em paralelo, com menos publicidade e voluntariado genuíno, movimentos como ocuperiodoce, Ocupeolago, Virada do Cerrado mobilizam pessoas para fazer o bem. Sim, faço parte dos três, com muito orgulho e a dedicação que meu cuidado com a comunicação de 3 empresas me permite. 

Em algum momento da história, o lucro virou regra, quem tem mais, pode mais. E para a decepção de quem busca a felicidade onde ela não está, alguns despertam e entendem, buscam o equilíbrio e se conectam a outros, então o milagre acontece. 

Depois de 2 anos tirei 4 dias de descanso em Florianópolis. Lá fiz esta foto.

Nesse processo pessoas se auto curam, se examinam e se dispõem a fazer o que está ao alcance para mostrar este outro lado da moeda. É o melhor que poderíamos ter? Definitivamente, não.  Mas é o que conseguem, com seu talento e dedicação.

Reunião do projeto #ocuperiodoce

São pequenos blocos coloridos em meio ao cinza que tomou conta do mundo. São beija-flores levando gotas na busca (não ingênua) de apagar as labaredas do pessimismo, do consumo desmedido e da falta de zelo com o próximo (leiase meio ambiente). 

Reuniao com assessorias de comunicacao do GDF para apresentar a Virada do Cerrado

A escolha pelo desânimo, descrédito e desalento bate à porta todos os dias. Cumpre a você entrar na vibe que te levará a entender que faz parte de uma cadeia de dna que já não põe o lucro acima da vida. Pois por hora são os pobres, mas quando as febres insistirem em não cessar, tenhamos cuidado, pois não sobrará pedra sobre pedra. 

Se é pra ser, sejamos! De milagre em milagre. Sejamos. 

Deus nos abençoe! 

Estrada com energia solar, avanço na Rota 66


A histórica Rota 66, que liga Chicago a Santa Monica, nos Estados Unidos, será a primeira rodovia americana a ganhar painéis solares. Já estão em teste os primeiros painéis, em acostamentos de algumas partes da rodovia, que vão fornecer energia para o Welcome Center de Conway, no Missouri. O projeto servirá também para testar avanços na possível implementação de estradas solares pelo país.

A iniciativa da empresa Solar Roadways junto com o Departamento de Transportes do estado norte-americano do Missouri (MoDOT) tem o objetivo de testar soluções relacionadas com o conceito de estradas solares como parte do projeto “Road to Tomorrow Initiative”. Além de gerar energia, os painéis previnem que a neve se acumule no acostamento, o que será uma grande conquista se o projeto se desenvolver por toda a rodovia.

O programa contou com a ajuda de uma campanha de crowdfunding que já arrecadou mais de US$ 2.2 milhões. O conceito de rodovias solares é o mesmo que vem sendo desenvolvido na Holanda pela SolaRoad.

Fonte: Viajar Verde

As cidades do amanhã – Por João Doria

João Doria - Empresário e Jornalista.
João Doria – Empresário e Jornalista.

Em meio a intensos embates e mudanças na esfera político-econômica que o país atravessa, a pauta da sustentabilidade é preterida à sombra dos temas urgentes de nossa sociedade. O que é uma injustiça. A construção de um meio ambiente mais saudável tem que fazer parte da agenda prioritária das gestões públicas, de empresas e da vida do cidadão. Tata-se de um compromisso com a cidadania e postura de responsabilidade com as futuras gerações.

São Paulo é um exemplo deste quadro. Em nome do progresso e de sua grandeza, da pressa de manter a hegemonia na ponta de lança do enriquecimento nacional, a metrópole cresceu demais. E hoje padece das mazelas das megametrópoles: áreas verdes sufocadas, envenenamento do ar e dos rios, impermeabilização do solo, incremento de construções em morros e áreas degradadas, invasão de mananciais e povoamento de espaços sem o mínimo de condições para garantir a sobrevivência decente às populações carentes.

A pergunta recorrente continua sendo um desafio aos administradores: É tarde para reverter uma longa historia de descuidos e irresponsabilidade para com o meio ambiente da maior metrópole brasileira? É evidente que não. Basta seguir os melhores exemplos de grandes cidades mundiais, como Frankfurt, Londres e Copenhagen, que harmonizaram o crescimento econômico, sempre sob a análise dos impactos ambientais que as ações administrativas provocam.

Vale reconhecer: São Paulo é o primeiro município brasileiro a aparecer no ranking Índice de Cidades Sustentáveis, da consultoria Arcadis, que classifica as cidades em 20 indicadores de cinco área-chave: economia, negócios, risco, infraestrutura e finanças. Ocupa a 31ª posição. Mas ainda temos um bom caminho para conquistar um posto entre as 10 metrópoles mais sustentáveis do planeta. É onde devemos estar.

Falta a São Paulo e às demais grandes cidades brasileiras colocar a sustentabilidade na agenda de prioridades de forma efetiva. É fundamental hoje, para qualquer gestão pública, ter um olhar que vise aliar o bem-estar da população com uso inteligente e racional de seus recursos naturais.

Também falta educar. Fomentar a produção cultural com vistas à sensibilização de massa e ampliação da consciência ambiental. E ter a infância e a juventude inseridas neste contexto. São elas que irão colher frutos ou as pedras das ações atuais.

Multiplicar os programas de incentivo à adoção de comportamentos mais colaborativos na utilização dos resíduos sólido, especialmente pela aplicação do conceito 5R (Repensar, Recusar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar); manter atualizados os mapeamentos de áreas de risco; ampliar as políticas de proteção sócio-ambiental das famílias em áreas verdes destinadas ao lazer e bem-estar da população com a criação de parques, praças e projetos de recuperação de margens de rios – são alguns dos pontos que gestores devem perseguir ao atuar pelo bem comum.

Sabemos que as cidades gigantes não podem sonhar com a qualidade de vida de cidades menores. Mas i importante é perseverar e educar. Não há outra maneira de garantir cidades e um país mais saudáveis para as próximas gerações.

Texto de João Doria para a Forbes – Edição 42 – Junho de 2016

Kick-off para o World Water Forum – Day 2 – Invasões sindicais à parte, estamos afim!

 No segundo dia de atividades do Kick-off para o World Water Forum, continuamos com os trabalhos em grupo, escolhi o tema sustentabilidade e me integrei a um grupo bastante eclético, geograficamente falando. Juntos construímos parte do plano que irá compor o Fórum Mundial da Água em 2018.

Ainda encontei pessoas queridas 🙂

No período da tarde voltamos para o plenário e tivemos um momento de apresentação das comissões temáticas onde cada uma das quatro comissões tiveram 10 minutos para falar. Maria Silvia Rossi, Secretaria de Meio Ambiente, compartilhou nossa discussão dos 11 grupos de trabalho feita pela manhã.

Itens para a composição do plano de sustentabilidade a ser debatido no Forum Mundial da Água

“A sustentabilidade é um processo a ser construído e não tem uma única definição determinística”. Maria Silvia

Foi levantado por uma maioria arrebatadora e endoçado Maria Silvia, a necessidade de um pós evento, onde possamos dar continuidade daquilo que começamos a construir. Precisamos instituir um fórum forte e absorvido de forma integral por seus participantes.

foto: Yorrana Moraes

Consegui perguntar o que seria possível fazer para tornar mais comum a temática água para as pessoas comuns. Disseram que darão um jeito nisso. Espero fazer parte desse processo de construção de linguagem para esta temática para famílias de baixa renda. Pois, meio ambiente no Brasil é assunto para rico, além elitista e prolixo. O povo não tem paciência para ladainha. 

Fundação Mais Cerrado, Caixa Exonômica e World Water Council , juntos !

Pra encerrar o segundo dia, um delicioso coffe break, onde concedi uma entrevista para a Rádio Cultura e uma ultima foto com o pessoal esse pessoal  da pesada. 

Manifestantes invadem o Kick-off Meeting:

Como se deu tal estrago? Ausencia de dialogo , diplomacia e demais fatores que levam o caos para dentro de eventos que tem como background a paz.

Um episódio à parte conseguiu movimentar  o evento de forma interessante. 

Manifestantes do sindicato dos funcionários da Caesb, invadiram o plenário em busca de um ouvido para suas solicitações. Fizeram algum barulho e voltaram As 16:30, vieram, fizeram sua fala, onde apresentaram o manifesto por um saneamento básico público (há rumores que pretendem privatizar a caesb há tempos), além de reinvidicarem os reajustes salariais para a categoria. Foram com Deus.

Sobre liderança, só um adendo:

Vivemos realmente um problema de liderança sem precedentes.

TL

 

 

Kick-off Meeting – 8º World Water Forum Day 1

Ju Pinto (Sema), Tony Lopes (#ocupeolago) e Yohanna (Mais Cerrado)
Ju Pinto (Sema), Tony Lopes (#ocupeolago) e Yorrana (Mais Cerrado)
Realizado pelo World Water Council, Adasa, Governo de Brasília e Governo Federal, o Kick-Off Meeting,é um encontro de 3 dias para apresentar e preparar as instituições para o 8º World Water Forum que acontecerá em 2018 e será sediado em Brasília.

Muito bom encontrar parceiros de projetos como Lucas, Adm. Lago Norte
O Governador, em seu discurso de abertura, nos alertou para uma realidade: “De agora em diante, Brasília é a Capital Mundial da Água”.


Paulo Sallles, presidente da Adasa, trouxe uma palavra de conforto e tranquilidade para os participantes. Deixando claro que o Forum quer abraçar os paises latinos e africanos em nossas discussões durante o Evento. “A água deve estar no topo das questões voltadas para as politicas publicas”, disse.

Após as falas do plenário, iniciamos os trabalhos em grupos, cada um com um tema e cada tema sendo construídos pelos particpamtes do mundo inteiro.

Gabriela Batista (Sema) e Marcelo Ottoni (#ocupeolago)
Eu, particularmente, estou dando minha contribuição,representando os 3 movimentos em que participo de forma ativa, #ocupeolago, #ocuperiodoce e Virada do Cerrado. E, de bate pronto, posso dizer apenas uma coisa: Vai ser o fórum mais eficiente que já fizeram. Brasília está pronta! Vamos.
Saiba mais aqui!

 

BesouroBass-5

Fazer rap é até fácil, diriam alguns. Agora fazer do rap uma forma de levar consciência, já são outros quinhentos. É assim que nasce o projeto Ritmo, Poesia e Preservação, do grupo de rap brasiliense Besouro Bass.

Reunião de alinhamentos
Ao clicar em qualquer foto você poderá conhecer o projeto e ajudar. A ideia é bem simples, com um roteiro complexo e necessita de uma ‘mãozinha’ para acontecer e é ai que entro, juntamente com o Movimento #ocupeolago, New Gang e outras instituições que estamos confirmando.

Se você tem um afeto pela chapada, curte um rap/trap, sugiro que conheça a proposta do vídeo clipe e ajude este sonho a se tornar realidade.

BesouroBass-2

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marquinho6

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Fotos: Igor Almeida/New Gang