Categoria: Maconha

Marcha da Maconha 2017 – Mais um passo rumo à legalização!

A legalização da maconha é algo que a gente não consegue entender bem a morosidade dos processos, já que 9 estados dos Estados Unidos já legalizaram, o Uruguai, além de ser pioneirismo entre países europeus tal atitude.

Não acredito apenas no uso medicinal, mas para qualquer finalidade, recreativas inclusive. Vejo como uma planta medicinal também, com propriedades infinitas para tratamento de diversas doenças crônicas e graves, como a epilepsia. Mas existe o contexto social, onde você raramente verá confusões e badernas como fruto da ação de usuários desta droga, muito menos alguém morrendo de overdose de maconha.

Foto de Jairo Francklin

O maior problema hoje chama-se ‘Tráfico de drogas’. Este sim, deve ser combatido e, se possível extinto. E isso não se dá por meio da repressão de usuários. Mas de enxergá-los como público potencial de um mercado necessário e com poder de compra e impostos que ultrapassam a casa dos bilhões por ano.

Ver a máquina pública tratar a questão da maconha com o descaso que se mostra no Brasil é triste. Demonstra que nosso futuro ainda não está tão próximo, mas que continuamos sendo o país do futuro.

Foto minha

Quando a sociedade entender que o caminho da legalização irá nos colocar em um patamar de entendimento, tolerância e igualdade social de primeiro mundo, talvez consigamos reverter situações de preconceito, rejeição e ausência de vontade política que inunda os tribunais e parlamentos.

Foto de Ane Carvalho

A Marcha da Maconha é uma atitude de usuários cientes e conscientes de seus direitos, deveres e não pedem nada inalcançável, impossível. Apenas o direito de plantar, colher e consumir. No caso dos que não plantam, a instituição de um comercio ‘legal’ em todos os sentidos.

Ano após ano o movimento se solidifica e toma ares de conquistas irreversíveis. Parabéns aos organizadores deste ato. Foi um evento especial.

 

Composto da maconha pode ajudar no tratamento do Alzheimer

RIO — Pesquisadores do Salk Institute, na Califórnia, encontraram evidências preliminares de que o tetraidrocanabinol (THC) e outros compostos encontrados na cannabis têm potencial para remover a beta-amiloide, proteína que forma as “placas” no cérebro responsáveis pelo mal de Alzheimer. Os testes foram conduzidos em neurônios cultivados em laboratório, mas fornecem pistas para o desenvolvimento de novas terapias contra a doença.

O tetraidrocanabinol, composto psicoativo da cannabis, pode ajudar no tratamento do Alzheimer

— Apesar de outros estudos oferecerem evidências de que os canabinoides podem ser neuroprotetores contra os sintomas do Alzheimer, nós acreditamos que o nosso estudo é o primeiro a demonstrar que os canabinoides afetam tanto a inflamação como o acúmulo de beta-amiloide em células nervosas — disse David Schubert, professor do Salk Institute e coautor do estudo.
Fonte: O Globo