Categoria: Mundo

Mercado Público de Floripa – Clichês são necessários.

Toda capital tem um mercado público, que tem comidas típicas e, consequentemente, roupas, temperos e souvenirs. De praxe. 

Administração criativa é assim, vende espaço nas mesas e promove uma cerveja. Estão de parabéns.

Em uma galeria, não muito grande, mesas em formato e linguagem visual remetendo à cerveja do momento (que banca), na parte interna, restaurantes participam do Festival  da Tainha, com pratos diversos, contendo a iguaria e um sambinha rolando em um deles. 

Já na parte externa lojas de roupa e sapatos são maioria massacrante. Enquanto em alguns corredores podemos ter acesso a exposição de arte contemporânea e mais lojinhas “fofas”. 

Titulo: Público Alvo – Artista: Diego de Los Campos – Técnica: Arte Digital
Mais obras do artista aqui

Um passeio gratuito, com pequenos tesouros no caminho, cheiros, sons e expressões que só encontramos em Floripa. 

De rolê 🙂

Consegui comprar uma caneca e 100 gramas de amendoim a granel. 

Túnel que liga a parte sul da ilha ao centro. Hoje fez sol 🙂

As cidades do amanhã – Por João Doria

João Doria - Empresário e Jornalista.
João Doria – Empresário e Jornalista.

Em meio a intensos embates e mudanças na esfera político-econômica que o país atravessa, a pauta da sustentabilidade é preterida à sombra dos temas urgentes de nossa sociedade. O que é uma injustiça. A construção de um meio ambiente mais saudável tem que fazer parte da agenda prioritária das gestões públicas, de empresas e da vida do cidadão. Tata-se de um compromisso com a cidadania e postura de responsabilidade com as futuras gerações.

São Paulo é um exemplo deste quadro. Em nome do progresso e de sua grandeza, da pressa de manter a hegemonia na ponta de lança do enriquecimento nacional, a metrópole cresceu demais. E hoje padece das mazelas das megametrópoles: áreas verdes sufocadas, envenenamento do ar e dos rios, impermeabilização do solo, incremento de construções em morros e áreas degradadas, invasão de mananciais e povoamento de espaços sem o mínimo de condições para garantir a sobrevivência decente às populações carentes.

A pergunta recorrente continua sendo um desafio aos administradores: É tarde para reverter uma longa historia de descuidos e irresponsabilidade para com o meio ambiente da maior metrópole brasileira? É evidente que não. Basta seguir os melhores exemplos de grandes cidades mundiais, como Frankfurt, Londres e Copenhagen, que harmonizaram o crescimento econômico, sempre sob a análise dos impactos ambientais que as ações administrativas provocam.

Vale reconhecer: São Paulo é o primeiro município brasileiro a aparecer no ranking Índice de Cidades Sustentáveis, da consultoria Arcadis, que classifica as cidades em 20 indicadores de cinco área-chave: economia, negócios, risco, infraestrutura e finanças. Ocupa a 31ª posição. Mas ainda temos um bom caminho para conquistar um posto entre as 10 metrópoles mais sustentáveis do planeta. É onde devemos estar.

Falta a São Paulo e às demais grandes cidades brasileiras colocar a sustentabilidade na agenda de prioridades de forma efetiva. É fundamental hoje, para qualquer gestão pública, ter um olhar que vise aliar o bem-estar da população com uso inteligente e racional de seus recursos naturais.

Também falta educar. Fomentar a produção cultural com vistas à sensibilização de massa e ampliação da consciência ambiental. E ter a infância e a juventude inseridas neste contexto. São elas que irão colher frutos ou as pedras das ações atuais.

Multiplicar os programas de incentivo à adoção de comportamentos mais colaborativos na utilização dos resíduos sólido, especialmente pela aplicação do conceito 5R (Repensar, Recusar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar); manter atualizados os mapeamentos de áreas de risco; ampliar as políticas de proteção sócio-ambiental das famílias em áreas verdes destinadas ao lazer e bem-estar da população com a criação de parques, praças e projetos de recuperação de margens de rios – são alguns dos pontos que gestores devem perseguir ao atuar pelo bem comum.

Sabemos que as cidades gigantes não podem sonhar com a qualidade de vida de cidades menores. Mas i importante é perseverar e educar. Não há outra maneira de garantir cidades e um país mais saudáveis para as próximas gerações.

Texto de João Doria para a Forbes – Edição 42 – Junho de 2016

Kick-off para o World Water Forum – Day 2 – Invasões sindicais à parte, estamos afim!

 No segundo dia de atividades do Kick-off para o World Water Forum, continuamos com os trabalhos em grupo, escolhi o tema sustentabilidade e me integrei a um grupo bastante eclético, geograficamente falando. Juntos construímos parte do plano que irá compor o Fórum Mundial da Água em 2018.

Ainda encontei pessoas queridas 🙂

No período da tarde voltamos para o plenário e tivemos um momento de apresentação das comissões temáticas onde cada uma das quatro comissões tiveram 10 minutos para falar. Maria Silvia Rossi, Secretaria de Meio Ambiente, compartilhou nossa discussão dos 11 grupos de trabalho feita pela manhã.

Itens para a composição do plano de sustentabilidade a ser debatido no Forum Mundial da Água

“A sustentabilidade é um processo a ser construído e não tem uma única definição determinística”. Maria Silvia

Foi levantado por uma maioria arrebatadora e endoçado Maria Silvia, a necessidade de um pós evento, onde possamos dar continuidade daquilo que começamos a construir. Precisamos instituir um fórum forte e absorvido de forma integral por seus participantes.

foto: Yorrana Moraes

Consegui perguntar o que seria possível fazer para tornar mais comum a temática água para as pessoas comuns. Disseram que darão um jeito nisso. Espero fazer parte desse processo de construção de linguagem para esta temática para famílias de baixa renda. Pois, meio ambiente no Brasil é assunto para rico, além elitista e prolixo. O povo não tem paciência para ladainha. 

Fundação Mais Cerrado, Caixa Exonômica e World Water Council , juntos !

Pra encerrar o segundo dia, um delicioso coffe break, onde concedi uma entrevista para a Rádio Cultura e uma ultima foto com o pessoal esse pessoal  da pesada. 

Manifestantes invadem o Kick-off Meeting:

Como se deu tal estrago? Ausencia de dialogo , diplomacia e demais fatores que levam o caos para dentro de eventos que tem como background a paz.

Um episódio à parte conseguiu movimentar  o evento de forma interessante. 

Manifestantes do sindicato dos funcionários da Caesb, invadiram o plenário em busca de um ouvido para suas solicitações. Fizeram algum barulho e voltaram As 16:30, vieram, fizeram sua fala, onde apresentaram o manifesto por um saneamento básico público (há rumores que pretendem privatizar a caesb há tempos), além de reinvidicarem os reajustes salariais para a categoria. Foram com Deus.

Sobre liderança, só um adendo:

Vivemos realmente um problema de liderança sem precedentes.

TL

 

 

Francisco fala aos jornalistas durante vôo de volta à Itália – foto: Divulgação (Arquivo

Em entrevista concedida para jornalista em sua volta da Armênia para Roma, no domingo (26), o papa Francisco admitiu que a Igreja Católica deve um pedido de perdão a homossexuais e mulheres pela forma como foram tratados ao longo da história.

Em uma conversa espontânea, Francisco foi questionado sobre os comentários de um cardeal alemão sobre o tema, ainda mais urgente após o atentado que matou 49 homossexuais em uma boate na cidade de Orlando.
Segundo agências internacionais, o papa garantiu que os ensinamentos da Igreja são de que os homossexuais não devem ser discriminados. “Eles devem ser respeitados, acompanhados pastoralmente.”
Ele aproveitou para lembrar da relação da instituição com as mulheres: “Acho que a Igreja não deve apenas pedir desculpas (…) a uma pessoa gay a quem ofendeu, mas também deve pedir desculpas aos pobres, bem como às mulheres que foram exploradas, às crianças que foram exploradas por trabalho (forçado). Deve pedir desculpas por ter abençoado tantas armas”.

Fonte: Brasileiros