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Os adultos e sua mania de nos educar

Ando pelas ruas reparando o povo se comportar lindamente. Somos brasileiros e nossa cultura preza pelo bom senso, razoabilidade e respeito ao próximo. Certo? 

Claro, evidenciamos nossa maturidade sempre que uma criança de 8 anos cruza nosso caminho. Adoramos dizer como devem se portar, vestir, estar, como comer, que palavras caem bem ao momento é de acordo com a visita. Somos ótimos nisso. 

Brinquedos de adultos. Eu curto!

Além de um conforto em confrontar os menores, temos real prazer em vê-los tentar seguir por essa linha. Alguns fingem tão bem que conseguem assimilar isto em seu cotidiano mesmo após o casamento. Vamos manter as aparências, aparências vendem. 

As crianças, essas pessoas do bem, dizem em seu silêncio infantil: fodam-se suas normas, vou tirar meleca do nariz e comer até amanhã de manhã. Eu não ligo pro que ninguém pensa. 

Essa nova geração, que interfere em conversas de adultos (graças a Deus) nos livram de verdadeiros monólogos com hipocondríacos e maniacos depressivos que, também por estarmos nos dias de hoje, caem de árvores. 

Não sei se estamos fazendo do jeito certo. Mas algo real precisamos fazer aos nossos pequeninos: Deixá-los fugir de nossa educação pra visita e torná-lo um cidadão pra vida. Com ou sem palavrões, etiquetas ou arrotos em público. 

Que possamos deixá-los ser! E que nossa falsa noção de educação nos ensine a perceber que se mantermos algo da essência de uma criança, poderemos viver em paz conosco. 

Quem teve um acesso psicológico e resolveu encarar Dostóievski na transição Entre adolescência e a juventude, sentiu na pele o que significa infantilizar-se propositalmente para ver “sábios” caírem de seus pedestais. Ou quem leu a bíblia e via que as crianças tinham contato direto com o mestre sem muito esforço, consegue entender a vantagem de maliciar menos e experimentar mais, sofrer menos e cantarolar um pouco mais e mais até que alguém lhe mande calar a boca. 

Ahh, a vida pulsando e a gente querendo mais. Se isso é ser mal educado, vamos manter. 

Simbora! 

Nosso Drops versão “Quinta da paixão”

1 – A música que a massa ouve nos veículos de massa com apelo jabalistico encontra-se em crise. 
I – Das nacionais 

Duplas com nomes de personagem de novela mexicana 80% do faturamento. 

II – Das internacionais 

Estão usando o mesmo sintetizador para todas as vozes. 

III – Byonce é a Ivete Sagalo gringa.

2 – Eu deveria continuar admirando o Eike? Como será que ele se sente neste exato momento? E se você fosse ele?

3 – O muro do trump. As merdas que ele diz e faz. Prevejo guerra.

4 – Encontrei meu professor de filosofia do segundo grau no shopping. Ele foi um dos responsáveis pela minha curiosidade mística. Suas palavras:

“Ser feliz e não fazer os demais felizes é um erro”. 

5 – Não que eu queira ser amado por todos. Mas pelo menos pelos que amo. Já tá de bom tamanho. 

6 – Igor Almeida, Deus te guarde, alimente e apresente seus milagres dia após dia. Amo você. Feliz aniversário. 

7 – A fé transpõe barreiras que a incredulidade impõe. Assim como o alimento aplaca a fome. Se tá pensando em desistir da porra toda, trava as pernas, hoje pode ser seu grande dia. Se ame.

8 – Éramos nômades. Já fomos bárbaros. Amanhã seremos pó. Agora podemos ser tudo. 
9 – Me expresso como se portasse uma mensagem. Como se esta mensagem importasse. No fim vejo que há quem se importe. Ufa, não estou só. 
10 – Senta aqui, me fala da sua vida. Me perdoa se eu te julgar, faz parte da minha parte burra.

Tony L. Draper

Do hebraico “Aquele que não sabe porra nenhuma, mas tá tentando aprender”. 

#nossodrops

Veja onde atuam as facções. Aqui no DF temos PCC, PLD (Paz, liberdade e direito) e Comando Vermelho

Meus votos aos empresários que dirigem estes impérios criminosos é que haja alguém com um pouco a mais de massa cinzenta disposto a apaziguar as coisas. Já que agora é de domínio público o “fato” de tais corporações movimentarem bilhões de dólares anualmente em negociações que fazem o senhor White (BreakingBad) se sentir um tolo.
Além do tráfico de drogas entrar em colapso, as matanças provocam uma sensação de ausência total de proteção da integridade física do cidadão comum e sua família. 

Como pessoa comum, só posso deixar documentada minha “ciência” dos fatos, sabendo prontamente que minha opinião em nada pode ajudar e/ou atrapalhar essa revolução desorganizada do crime organizado. 

De qualquer maneira, seguimos, entendendo que a existência de tais organizações funcionando nas fuças do sistema nos mostra um jovem país, despreparado e alheio às chagas que a desigualdade gerou. 
Tem jeito! Vamos. 

Tony Lopes Draper 

#texticulous 

O que significa moda?

A origem da palavra moda é latina, vem do “modus” que significa “modo”. Quando se fala em moda, logo se estabelece a relação com o vestir. No entanto, pode estar relacionado à arquitetura, à decoração, a uma atitude de vida, a um hábito, a lugares, etc.

Quando surgiu o conceito no final do a Idade Média e início do Renascimento, a busca pela ascensão social da burguesia, que necessitava afirmar seu status pela aparência, foi um dos principais motivos para o seu aparecimento. A duração por um determinado período de tempo também foi ponto importante, além de características como diferenciação de sexos e busca da individualidade.

Moda, termo de infinita conceituação, é comunicação, é mídia visual. Processo de criação onde a arte e a estética se associam, é responsável pela aceitação e assimilação de um certo estilo.

Da antiguidade até os nossos dias, o uso da roupa sempre esteve relacionado à manifestação sócio-cultural, grupo social a que pertence, estilo de vida, posicionamento profissional, além de sua personalidade, criando um processo de singularização.

Dessa forma, a roupa passa a ser um meio de comunicação. O ato de vestir deixa de exercer apenas a função de proteção, pudor ou adereço, para construir o ato de significação.

Stefania Rosa – Prefácio para o livro . Ed. Senac – Distrito Federal.

As melhores campanhas do século XXI

Direto do Meio & Mensagem

Após o término do século XX, o Advertising Age, com o apoio de criativos e profissionais de diversas áreas de comunicação, listou os 100 comerciais mais marcantes dos cem anos anteriores. Agora, a publicação norte-americana volta a reunir um time de profissionais para eleger as 15 campanhas que marcaram os primeiros anos do século XXI.

Com a participação de 17 renomados executivos de agências e anunciantes – como Rei Inamoto e Andrew Keller – o Ad Age fez uma pré-seleção de 50 campanhas que, nos últimos 15 anos, ajudaram a mudar conceitos em relação às marcas e também à sociedade. Dessa lista prévia, os profissionais escolheram as 15 melhores.

Como critério de seleção das campanhas, o Ad Age pediu que os jurados se atentassem a três questões: se a campanha teve um papel disruptivo em relação à cultura publicitária global ou à cultura popular; se a campanha acabou criando uma nova categoria de produto e, por fim, se aquele conceito se tornou inesquecível.

Segue a lista das 15 campanhas escolhidas pelo Ad Age, em ordem decrescente:

15 – “Tap Project” – Droga5 New York – UNICEF

14- “Back to the Start” – CAA Marketing – Chipotle

13- “Whassup” – DDB Chicago – Budweiser

12- “Dumb Ways to Die” – McCann Melbourne – Metro Trains

11- “Most Interesting Man in the World” – Euro RCSG – Dos Equis (Heineken)

10- “Truth” – Crispin Porter & Bokusky e Arnold Worldwide – American Legacy

9- “Thank You, Mom” – Wieden+Kennedy – P&G

8- “Get a Mac” – TBWA – Apple

7- Small Business Saturday – Digitas e CP+B – American Express

6- “Subservient Chicken” – Crispin Porter + Bogusky – Burger King

5- “Stratos” – Red Bull

 

4- “The Man Your Man Could Smell Like” – Wieden+Kennedy – Old Spice


3- “The Hire – BMW Films” – Fallon – BWM

2- “Nike+” – R/GA – Nike

1- “Campaign for Real Beauty” – Ogilvy & Mather Toronto – Dove (Unilever)

Quem bem soubesse deveria procurar alguém para não transar! Um ensaio sobre monogamia, paixão e sexo, claro!


Pare um pouco para pensar em seu desenvolvimento, sua história e o percurso que trilhou até aqui. 
Fez? Claro que não, mas faça depois. Acho válido. 

Empirismo nosso de cada dia: 

Cresci em um país conhecido mundialmente pelo seu povo ‘caliente’, entre pessoas calientes, assisti filmes, séries e li livros ‘calientes’. Antes de uma história romântica, garotos de 14 anos não pensam pouco em sexo. Acordamos e dormimos com esse sentimento de que transar é o grande barato. 

Da estética:

Não importa se parece a Elza Soares ou a Beyoncê (duas negras queridas e belas, pra não dar treta), o orifício é a meta. 

Do tempo:

Chega o primeiro amor (eu chamaria de “Meteoro da Paixão” thanks Luan Santana.). Nos enche de vontade de viver para o outro, beber o outro, comer o outro, se fundir de maneira a não ser possível saber quem é quem. 

Normalmente nessa fase, no meu tempo, fugir de casa era o “ápice” do Meteoro. Hoje essa fase ocorre de várias maneiras. Plurais, subjetivas e, normalmente, trágicas, como tudo que é ‘pós-moderno’. 

Engatados tal qual um motohome, chegamos aos primeiros desafios, consequências dos excessos, vontade de ‘mais’, e um pouco mais. Até que esgota. Não era amor, poxa, pena. Alguns tomam todas (sic), outros comem todas as que aparecem pela frente e são comidos por outras e o pau quebra. 

Chega o próximo amor. Você já sabe o que não quer em alguém, mas ainda não está disposto a mudar para fazer dar certo. Quase ninguém quer. É tipo hábito de ser, sabe. Pessoas são. 

Mas nessa fase não se enxerga como passível de mudança. É o “eu sou”, em minúsculo mesmo. Quem quiser que se adapte. 

Começou a faltar sexo selvagem 7×7, vish. Tem outra, tem outro, ciúmes, loucura, cada um pira como pode e, novamente, o pau quebra. 
Essas histórias podem se repetir por toda a vida. Tem gente que nunca sai desse momento.  

Quem aprende um pouco, vai aos exemplos, começa a analisar e ver que existem pessoas que estão juntas há décadas, se amam e respeitam, tiveram problemas mil em todos os campos. Mas, no presente, podem dizer que ambos foram um presente para o outro. 

E o sexo? Quase todo dia. Quase na segunda, quase na terça…(espero que conheçam essa piada). 

Percebe-se também que amar é uma escolha que traz muitos benefícios, mas também requer compromissos com acordos, normas. E, traição será quebrar tais acordos. Já que são flexíveis e reordenados de acordo com a vivência que se tem do outro. Não é contrato, é o combinado. 

E o motivo de toda verborragia: 

Quando você olha pro seu companheiro, você se imagina vivendo com ele pra sempre sem transar? 

Não seria bom parar pra pensar que esse momento chegará, por motivos de ‘as pessoas envelhecem’ e se envelhecem juntas, tão logo tal virtude não se dará tão facilmente? 

Nota-se que a parceria consiste em tentar perceber o que o outro espera de você. E se você está disposto a dar aquilo, ou se você simplesmente não tem tal elemento. Cumprindo ao outro definir se esse elemento é essencial ou apenas um capricho.

Decreto incentiva recuperação de nascentes e matas ciliares no DF

Da Agência Brasília



Regras para os produtores que entraram no Cadastro Ambiental Rural permitem regularizar passivos ambientais

Regras complementares para o funcionamento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e do Programa de Regularização Ambiental de Imóveis Rurais (PRA-DF) foram estabelecidas pelo Decreto nº 37.931, publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal de 30 de dezembro de 2016. A norma também regulamenta, no âmbito do DF, o Código Florestal (Lei Federal nº 12.651, de 2012).

A iniciativa é das Secretarias do Meio Ambiente e da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF).

Além da obrigação legal, o decreto é uma forma de o governo incentivar a recuperação de nascentes e das matas ciliares, amenizando as mudanças no clima e protegendo a fauna e a flora. O PRA-DF define como os produtores rurais já cadastrados podem regularizar os passivos ambientais em suas terras.

O programa de regularização ambiental do DF inova, em relação a outras unidades federativas, ao criar prêmios para os produtores rurais que, além de produzirem alimentos, conservam os recursos naturais das terras onde plantam.

Ele determina, por exemplo, que o Programa de Aquisição da Produção da Agricultura (Papa-DF) pague um preço melhor pelo produto entregue por quem protege as matas ciliares. Pelo Papa-DF, o governo de Brasília compra diretamente de cada agricultor familiar até R$ 120 mil por ano.

O decreto garante ainda que haverá, para esses produtores, facilidades no processo de regularização fundiária. Outra medida prevista é usar os recursos da compensação florestal para apoiar os trabalhadores rurais que queiram recuperar suas matas ciliares ou reservas legais desmatadas antes de 2008. Com isso, pretende-se canalizar recursos para cuidar das áreas definidas como prioritárias à proteção da água, do solo e da biodiversidade.

Escravo da Alegria 

​​
E eu que andava nessa escuridãoDe repente foi me acontecer

Me roubou o sono e a solidão

Me mostrou o que eu temia ver

Sem pedir licença nem perdão

Veio louca pra me enlouquecer

Vou dormir querendo despertar

Pra depois de novo conviver

Com essa luz que veio me habitar

Com esse fogo que me faz arder

Me dá medo e vem me encorajar

Fatalmente me fará sofrer

Ando escravo da alegria

E hoje em dia, minha gente, isso não é normal

Se o amor é fantasia

Eu me encontro ultimamente em pleno carnaval

Noite das Donzelas 


Em 2017 pela sétima vez desfilaremos nosso charme pelas ruas da nossa Capital, e como sete é um ano cabalístico vamos fazer uma festa para esquentarmos os tamborins. Então no sábado 14/01 vamos tirar nossa purpurina do armário e brilhar na pista do espaço secreto, no som:

 – Dj Igor Fearn Igor Fearn

 – Renno Renato Luís

 – Bruno Antun (LAJE) 

 – Bernadete Campari Campari

 – Oficina e Bloco Eletrônico Patubate Oficina e Bloco Eletrônico Patubatê

 Performace da crew da Hands Up

 Shots de Catulove!

 Entrada até as 00:00 R$ 15,00

 Depois das 00:00 R$ 30,00

Fonte: Grupo Vidart no WhatsApp 

Joe Valle assume legislativa do DF com discurso animador

Joe Vale é tipo um estrategista da nova escola. Atual, engajado e sabe o que o povo quer, ou pelo menos não quer.
Manobra sobre ajuste de passagens em discurso de posse é deixar a porta entreaberta pra chegada à câmara federal. Assim como as pegadas quase “regufianas” (com menos demagogia, eu acho) que nos leva a ter a sensação de que pode vir a ter jeito essa coisa de política.

Pra nós, cidadãos e praticantes da boa e velha espera, ver homens públicos expondo vontade popular em momentos como este, realmente aproximam nossa expectativa da realidade e nos dão um fôlego pra começar bem o ano.

Que seja legítimo!
[ ],s

Primeiro dia de 2017 e dai?

Alguém me disse que 2017 será regido por Saturno, assim como os próximos 36 anos. Que este planeta lida com o papo reto e a integridade acima de tudo. Ou seja, em 2017 o bang vai ser doido. 

Pois então… 

Os anos que passaram me ensinaram algumas coisas sobre o ano novo e uma delas é que fecha-se sim, um ciclo. Mas não muda magicamente o quadro que estamos compondo em nossas vidas. A passagem de ano não funciona como a mudança de um gestor político, por exemplo. Os projetos iniciados ano passado e ou nos anos anteriores precisam receber um novo fôlego, ânimo e direções, de preferência sem baixas. 

Também aprendi que preciso esperar passar o carnaval para que o ano comece de verdade. Essa é a maior mentira. Os boletos permanecem chegando pontualmente e perder o time não é opção. Pelo menos se quer dormir em paz com sua consciência. 

Descobri que previsões astrológicas são infalíveis. Principalmente se você acreditar nelas. O mesmo serve para garrafadas, búzios e acupuntulra. Eu acredito em tudo isso. Mas se eu tiver a chance de conscientemente tomar as rédeas e desenhar meu próprio futuro, escolher a paleta de cores e o melhor momento para agir, é o que faço. 

Continuo achando que pra cantar a gente tem que ter dom, mas técnica também ajuda muito. Se você leu até aqui, pode me indicar uma boa escola de canto em Brasília? Quero muito aprender a cantar pelo menos no ritmo. Amo música e algo me diz que 2017 será bom pra aprender um pouco mais. 

É só o primeiro dia, mais desejos irão e virão. Escolhê-los e como vivê-los está em nossas mãos. Façamos nosso melhor! 

Ah…agora meio que tudo é daqui pra outros lugares! 

Bjons, 

Um mentor: Ruim com, pior sem!


No Brasil somos criados com a ideia de fazer 18 anos e ser “livre”. A ânsia por tomar álcool sem correr o risco de “dar ruim”, tirar carteira de motorista, entrar em show além matinê, enfim, fazer coisas que os adultos fazem. 

Por outro lado, quando chegamos na idade, nem sempre sabemos cultivar tal liberdade. Trazemos a criança que pegava os carrinhos e chocava uns contra os outros pra fazer o mesmo nas ruas, a cervejinha que antes era algo oculto em festas periódicas, vira a fuga de todas as horas, esconderijo perfeito pra triturar nossa Alma e incentivar a inconsciência se si. É quando nasce o cínico, despudorado e inconsequente. 

Essa alma sebosa não tem critérios, ninguém o detém por que se considera livre. Torna-se uma máquina de rebeldias desnecessárias e quando se repara, foge pra longe do que vê. E se esconde, na ânsia infantil Ainda de permanecer a salvo do que significa “ser”. 

Se dá sorte, encontra pelo menos 1 mentor, alguém com liberdade pra lhe dizer em amor e face a face como o vê. 

Se você conhecer um líder que não tem um líder, fuja. Adultos que se consideram independentes e donos de uma verdade podem estar vivendo uma grande mentira. 

Por fim, deixo meu respeito e admiração pelos mentores e líderes que tem me acompanhado durante minha trajetória. Obrigado pela coragem de me acordarem, mesmo quando foram necessários alguns tapas na cara. Sem vocês seria impossível chegar até aqui. Muito obrigado! 

Tony L. Draper 

#texticulous 

Ilustração: Los Carpinteros

Luck Cage  no Netflix, meu ponto de vista e minha nota. 

O último dia do ano foi embalado pelo último episódio do Pastelão heroico Marvel “Nefliquizado”, Luck Cage. 

Minha paciência com as brigas intermináveis e sem um vencedor certo quase nunca é quase nula. Para isso aceleramos e seguimos felizes vendo os desfechos clichê de cada episódio. 

Ter apenas uma temporada por hora ajuda muito, pois quando a segunda chegar, se chegar, a gente até já esqueceu o enredo anterior. 

A Netflix se consolidou como empresa que contrata seu próprio time de atores. Me lembra na época das novelas mexicanas, onde a gente ia a Thalia em tudo quanto era novela. Acho que ela fez umas 3 Marias. Mas isso fica Pr outro texto. Só toquei no assunto por ver um pessoal de outros seriados originais da empresa atuando em Luck Cage.

A quem interessar possa! Feliz ano novo. 

Nota da série: 6 

Simbora!

11 Resoluções básicas para 2017 pq sim

1 – Continuar sem me meter na vida alheia.

2 – Me meter na vida alheia quando convidado e remunerado por isso.

3 – Mastigar e saborear melhor os alimentos.

4 – Viver no presente o mais tempo possível.

5 – Criar menos expectativas com relação à espécie.

6 – Adquirir uma Wacom e ganhar 60% do meu sustento através dela.

7 – Visitar mais minha mãe.

8 – Praticar caminhada longa com amigos da 3ª idade e ali ouvir bons conselhos.

9 – Aulas de canto.

10 – Estudar mais e seriamente PNL.

11 – Lançar meu livro.

Por hora, seus bonito!

Tony L. Draper
#Newyaear #quotes

O que é essencial? por Paula Abreu

Aquela lista infinita de desejos não será capaz de trazer a felicidade se a gente não puder reconhecer, com gratidão, que já temos o suficiente.

Você abre seu computador, entra nas redes sociais e sente a pressão: a sociedade – e seus amigos no facebook – esperam que você seja mais feliz, mais saudável, mais esperto, rápido, popular, produtivo, invejado, rico, admirado.

O sorriso de todo mundo parece mais branco que o seu -, aliás, por que diabos está todo mundo sorrindo? Os amigos parecem estar em férias eternas. Na praia, na neve, bebendo uma cerveja artesanal num bar no meio do Nordeste…vem cá, eles não trabalham, não?

Todos estão sarados, suando no Crossfit, equilibrando-se numa postura de ioga que você precisa morrer e nascer três vezes para conseguir executar. Como eles podem ter esse corpo se toda hora você vê foto de comida japonesa, francesa, italiana, uma verdadeira volta ao mundo culinária passando na sua timeline?

E todos os conselhos de vida que você recebe estão na verdade o forçando a colocar o seu foco naquilo que ainda falta em sua vida. De certa forma, essa fixação apenas no que é positivo, – que você vê aos montes nas redes sociais – só serve para lembrá-lo do que você não é, do que não tem, do que deveria ter sido.

Coincidência ou não, esse discurso bate com os comerciais da TV, que querem convencê-lo de que para ser feliz é preciso ter um carro mais potente, um celular menor (opa, não, agora é maior!), um apartamento de luxo.

O que falta hoje não são carros, relacionamentos, equipamentos tecnológicos, joias ou dinheiro. O que falta é discernir o pouco que é essencial do muito que é apenas bom. Você pode acreditar que precisa de dinheiro, de um relacionamento amoroso bem-sucedido, da casa própria. Mas a verdade é que as suas necessidades são muito menores: água, comida e abrigo, e acredito que você já os tenha hoje. O Resto não são necessidades, mas vontades ou desejos. Não estou dizendo que eles são maus, eles podem até ser bons, mas são apenas bons. Na sua vida, hoje, o que é essencial e o que é apenas bom?

Quando você descobre o seu essencial e se dá conta de que ele está – e sempre esteve- sendo suprido pelo universo, você se conecta com a vibração da abundância. E, curiosamente, a partir daí você tem muito mais chances de realizar as suas vontades ou desejos. Dessa vez, sem perder a consciência de que eles não são essenciais para a sua felicidade. O autor Mark Manson diz que “o desejo por mais experiências positivas é em si mesmo uma experiência negativa. E, paradoxalmente, a aceitação da sua experiência negativa é em si mesma uma experiência positiva”.

A verdade é que, onde quer que você esteja na sua jornada, neste momento, a aceitação e a gratidão por tudo que lhe está sendo suprido é o maior passo que você pode dar na direção da almejada verdadeira felicidade.

Fonte: Revista Vida Simples – Novembro 2016

A Perifa – Seus encantos e perigos. Uma ode ao bom senso e ao respeito por nossas quebradas.

Cheguei em Brasília em fevereiro de 1990, faltando poucos dias para completar 10 anos. Vindo de uma cidade pequena do sertão nordestino (Nova Russas-CE), bem adaptado a apenas 2 refeições diárias e havaianas de cores diferentes, não por moda, entendedores entenderão.
 
Passei os dois primeiros anos morando em uma casa muito massa, no Lago Norte, onde minha mãe era doméstica e onde aprendi minha primeira profissão, lavador de carros.
 
Depois conheci algo mais parecido com o lugar de onde vim, com um toque a mais de violência, Brazilinha (ou Planaltina de Goiás), depois Planaltina/DF, Santo Antônio do Descoberto, Recanto das Emas e a maravilhosa Ceilândia. Ou seja, passei maior parte da vida na periferia do Distrito Federal. Ali não apenas sobrevivi, mas encontrei minha paixão, a cultura Hip-hop que, diferente do que muitos pensam, resgata pessoas do crime, interfere diretamente na evolução e mostra muito do que não encontramos nos livros. Sim tem o lado ruim, mas creiam, é minoria.
 
A rotina da perifa consiste em pontos de ônibus lotados já as 5 da manhã, coletivos cheios de profissionais chegando no horário aos centros pra servir com honra e dignidade.
 
A violência, o tráfico e a prostituição está longe de ser o que move nosso povo, assim como o modus operandi não é o crime, também não o é a calamidade, por mais que seja o motivo da mídia nos procurar.
 
Desde 2008 morando entre as asas, por uma questão de comodidade e logística, ainda ouço que pessoas das “satélites” são inferiores, incultas e/ou dadas a violência.
 
Um fato simples, pra fechar o textão, é que se tirar a perifa do miolo não tem mão de obra pra suprir a mordomia que movimenta as coberturas e mansões, muito menos o comércio, a construção, etc., ou seja, a capital para. Por isso, acho de bom tom o início do entendimento de algo simples, “a posição geográfica de um indivíduo não deve, em hipótese alguma, trazer prejulgamentos sobre índole, caráter e moral”.
 
Já que os bilhões que nos faltam nos cofres públicos não foram desviados por estes. Até onde sabemos, tais criminosos dificilmente aparecem na quebrada, a não ser pra pedir votos em tempo de eleição. Por outro lado são os maiores responsáveis pelas mazelas que afetam a população.
 
Sendo assim, antes de abrir a boca pra falar sobre periferia, convém uma reflexão sobre o quão diferente seria a situação nestes lugares se o poder concentrado nos palácios fosse utilizado em favor dessas pessoas.
 
Amém, sem mais por hora!
 
Tony L. Draper

Nosso Drops versão “restart again”

 

1 – Você já experimentou passar por situações difíceis sem se entorpecer, embriagar ou perder o controle? Vai por mim, é uma adrenalina diferente, boa mesmo.

2 – O mês de outubro tá “bombadão” no meu horóscopo. Se tudo sair como escrito, não voltará nenhum cheque até 2020.

3 – Depois de muito tempo admirando algumas pessoas. Vi que elas têm algo muito peculiar em comum: Planejam 10 anos à frente.

4 – A diferença entre “cego” e “ego”, é que o primeiro enxerga mais e melhor que o segundo.

5 – Não entendo muito bem o que está acontecendo no mundo. Às vezes acho que poderíamos dar uma pausa nessa corrida rumo a lugar nenhum e dar uma atenção ao que realmente importa: Nós, nossa raça e existência harmônica.

6 – Me preparando para o projeto mais ousado da minha vida. Deus nos ajude. #ods #onu

7 – A Anita cantou 3 musicas e ganhou o que eu levo um ano pra ganhar trabalhando 10h por dia. Tem que vê issaê.

8 – As vezes as coisas precisam piorar, para então melhorar. Exceto quando não há como piorar. Nesse caso, espere melhoras.

9 – Desarme-se. Ninguém está contra você. Talvez você mesmo. Então…baixe a guarda e se aceite. #hs

10 – “Nosso pensamento nos dirige pra vida que queremos ter” Haroldo Dutra Dias.

Tony L. Draper e HS
#nossodrops