Author: Tony Lopes

Nosso Drops versão Sabadão Manero

1 – Sei que já está novamente perto do natal. Felizmente não fiz grandes metas e obtive resultados interessantes. Sendo que o primeiro é as pazes comigo, meus sentimentos e minhas noções de realidade.

2 – Já estive mais apto a encarar o mundo para que minha opinião tivesse o peso que penso que ela tem as vezes. Hoje sequer consigo argumentar em oposição. Passei da fase.

3 – Alguém muito longe está tendo uma notícia ótima, outros estão recebendo notícias ruins. Alguns transando, outros não. Eu escrevo pensando em como a humanidade está se comportando no presente momento onde penso palavras que inibam um pouco do caos que percebo ao meu redor.

4 – Quando alguém me pede um conselho, mesmo ficando feliz em ser requisitado para tal, penso comigo mesmo: Caramba, será que esta pessoa não vê que eu não tenho as respostas e que mal consigo elaborar algumas perguntas?

5 – Demoramos a entender que não fazemos o bem por sermos bons. Fazemos por que se for de outra forma secamos. A única maneira de nos mantermos aptos a respirar 24h, 7 dias por semana e 365 dias por ano é encontrar ocupações que nos dêem sentido em fazer tudo que fazemos.

6 – Alicerces são necessários, envolvimento com o que se ama e constância no que se vive são matérias primas para que estes existam.

7 – Receber uma mensagem de outro mundo é novo pra mim. Deus me ajude a lidar com isto.

8 – Pedimos paz por saber que a mesma é essencial. Mas aceitamos a guerra, mesmo não conseguindo assimilar seus benefícios.

9 – O mundo fervendo. Estamos em 2017 d.C. A política é estranhamente manipulada, o crime é mais organizado que o governo e o compra facilmente. Não temos muito o que esperar do futuro, se formos pessimistas. Temos um futuro inteiro pela frente e muitas derrotas, mas venceremos se não desistirmos. Somos um país jovem e com potenciais cérebros realmente pensantes e aptos a ir à luta. Só não sei se há espaço para mártires, o game é outro. Morrer pela causa é enterrá-la juntamente com seu cânone.

10 – Sábado é um dia lindo pra ficar com quem amamos, visitar amigos, comer bolo de chocolate e imaginar utilidade para caixas tetrapack.

 

 

Já ouviu falar em Empreendedorismo Social?

Empreendedorismo social é um termo que indica um negócio lucrativo que ao mesmo tempo traz desenvolvimento para a sociedade.

As empresas sociais, diferentes das ONGs ou de empresas comuns, utilizam mecanismos de mercado para, por meio da sua atividade principal, buscar soluções para problemas sociais.

Os negócios sociais integram a lógica dos diferentes setores econômicos e oferecem produtos e serviços de qualidade à população excluída do mercado tradicional, ajudando a combater a pobreza e diminuir a desigualdade.

Inclusão social, geração de renda e qualidade de vida são os objetivos principais dos negócios sociais.

A utilização de presidiários em setores como a construção civil é um bom exemplo de Empreendedorismo Social.

Você sabia que as ONG´s são empreendedoras do Terceiro Setor?
Muitos projetos do terceiro setor, como as ONGs, criam produtos tangíveis: camisetas, bonés, mochilas etc. Porém, o preço desses produtos é difícil de ser definido.

Segundo Manzione (2006), os preços são definidos pelos custos e conforme o orçamento, sendo assim o elemento mais fácil de ser mudado pela empresa.

No terceiro setor esta concepção é considerada custo previsto em forma de orçamento, que tem como base as despesas para atingir objetivos estabelecidos.

O lucro deste tipo de setor está muitas vezes mais relacionado à necessidade e ao valor percebido pelo consumidor do que à promoção da marca.

A ONG Quatro Patinhas é um bom exemplo de projeto do terceiro setor, que atua na proteção dos animais abandonados, abrigando-os e promovendo as adoções.

A associação investe também na educação da população, divulgando a legislação de direito dos animais e o conceito de guarda responsável.

Produtos vendidos através da Lojinha virtual          ajudam a manter os animais resgatados de situações de maus tratos e abandono que ainda aguardam um lar.

O Empreendedorismo pode ser trabalhado ainda na infância…

As crianças do projeto Recicleta, por exemplo, aprendem noções de empreendedorismo na reutilização de peças de bicicletas inutilizáveis.

Elas fazem varreduras em lojas especializadas e em residências que contatam o projeto indicando possuir uma bicicleta fora de uso ou com defeitos, captam os produtos oferecidos e os transformam em novas bicicletas que serão doadas às comunidades carentes.

Essa ação, além de ajudar na preservação do meio ambiente, ajuda no desenvolvimento de crianças, através de noções de empreendedorismo.

 

Fonte: Universidade Estácio 

Estudos espíritas para Pessoas Comuns – Questão 1014

Um dos maiores questionamentos que vejo dentro e fora do mundo espírita é sobre a relação que os desencarnados travam com os encarnados. E obviamente, meu conhecimento razo, talvez pobre, não me permita enxergar a importância de tal comunicação. Por isso, revolvi começar do final do livro, onde trata de céu, inferno, etc.

Está parte especificamente, lida menos com questões morais e nos leva ao contato direto com o que a doutrina espírita trata de forma específica, pontos importantes para o entendimento de sua codificação.

Até onde compreendi, há espíritos desencarnados que nos ajudam, pois está acaba sendo sua missão pra evolução e tem os sem noção, que chegam do outro lado meio sem saber o que tá rolando. Ao que me parece, está questão tenta explicar o sentido de inferno quando algum espírito desencarnado assim manifesta seus sentimentos do outro lado.

Interessante, meio mágico. Eu sei. Mas olhemos para o lado místico de toda crença. Talvez possamos abrir mão desse conceito pré concebido e abracemos uma nova realidade onde o mundo inteiro está repleto de seres desencarnados querendo foder a vida das pessoas por entenderem que nossa cabeça pensa assim.

Falaremos mais adiante sobre isso, mas explica muito, se prestarmos atenção ao nosso cotidiano e às interferências, principalmente na forma como nos comunicamos com o próximo.

Tony L. Draper
Ps: Se você é um espírita que estuda a doutrina, peço que gentilmente emita seus pareceres e, por favor, corrija minhas colocações.

Abaixo questão e resposta:

1014. Como se explica que Espíritos, cuja superioridade se revela na linguagem de que usam, tenham respondido a pessoas muito sérias, a respeito do inferno e do purgatório, de conformidade com as idéias correntes?

“É que falam uma linguagem que possa ser compreendida pelas pessoas que os interrogam. Quando estas se mostram imbuídas de certas idéias, eles evitam chocá-las muito bruscamente, a fim de lhes não ferir as convicções. Se um Espírito dissesse a um muçulmano, sem precauções oratórias, que Maomé não foi profeta, seria muito mal acolhido.”

– Concebe-se que assim procedam os Espíritos que nos querem instruir. Como, porém, se explica que, interrogados acerca da situação em que se achavam, alguns Espíritos tenham respondido que sofriam as torturas do inferno ou do purgatório?

“Quando são inferiores e ainda não completamente desmaterializados, os Espíritos conservam uma parte de suas idéias terrenas e, para dar suas impressões, se servem dos termos que lhes são familiares. Acham-se num meio que só imperfeitamente lhes permite sondar o futuro. Essa a causa de alguns Espíritos errantes, ou recém-desencarnados, falarem como o fariam se estivessem encarnados. Inferno pode traduzir por uma vida de provações, extremamente dolorosa, com a incerteza de haver outra melhor; purgatório, por uma vida também de provações, mas com a consciência de melhor futuro. Quando experimentas uma grande dor, não costumas dizer que sofres como um danado? Tudo isso são apenas palavras e sempre ditas em sentido figurado.”

#espiritismo

Marcha da Maconha 2017 – Mais um passo rumo à legalização!

A legalização da maconha é algo que a gente não consegue entender bem a morosidade dos processos, já que 9 estados dos Estados Unidos já legalizaram, o Uruguai, além de ser pioneirismo entre países europeus tal atitude.

Não acredito apenas no uso medicinal, mas para qualquer finalidade, recreativas inclusive. Vejo como uma planta medicinal também, com propriedades infinitas para tratamento de diversas doenças crônicas e graves, como a epilepsia. Mas existe o contexto social, onde você raramente verá confusões e badernas como fruto da ação de usuários desta droga, muito menos alguém morrendo de overdose de maconha.

Foto de Jairo Francklin

O maior problema hoje chama-se ‘Tráfico de drogas’. Este sim, deve ser combatido e, se possível extinto. E isso não se dá por meio da repressão de usuários. Mas de enxergá-los como público potencial de um mercado necessário e com poder de compra e impostos que ultrapassam a casa dos bilhões por ano.

Ver a máquina pública tratar a questão da maconha com o descaso que se mostra no Brasil é triste. Demonstra que nosso futuro ainda não está tão próximo, mas que continuamos sendo o país do futuro.

Foto minha

Quando a sociedade entender que o caminho da legalização irá nos colocar em um patamar de entendimento, tolerância e igualdade social de primeiro mundo, talvez consigamos reverter situações de preconceito, rejeição e ausência de vontade política que inunda os tribunais e parlamentos.

Foto de Ane Carvalho

A Marcha da Maconha é uma atitude de usuários cientes e conscientes de seus direitos, deveres e não pedem nada inalcançável, impossível. Apenas o direito de plantar, colher e consumir. No caso dos que não plantam, a instituição de um comercio ‘legal’ em todos os sentidos.

Ano após ano o movimento se solidifica e toma ares de conquistas irreversíveis. Parabéns aos organizadores deste ato. Foi um evento especial.

 

Respeito

Respeito é uma palavra de origem latina, respectus, que significa “olhar outra vez” ou, em outras palavras, algo que merece ser olhado. Há inclusive um cumprimento de origem africana, sawabona, que significa “eu vejo você”, ou “eu te respeito” ou “eu te valorizo”. E a resposta é shikoba, que significa “então eu existo para você”. Essa é a essência da habilidade social, perceber o outro, enxergar o outro, não permitir que ninguém seja invisível.

De Gandhi

Ensaia um sorriso e oferece-o a quem não teve nenhum. Agarra um raio de sol e desprende-o onde houver noite. Descobre uma nascente e, nela, limpa quem vive na lama. Toma uma lágrima e pousa-a em quem nunca chorou. Ganha coragem e dá-a a quem não sabe lutar. Inventa a vida e conta-a a quem nada compreende.

(Mahatma Gandhi)

Estudos Espíritas para Pessoas Comuns Parte 3 – O céu que me habita.

Se existe apenas um tipo de céu, um inferno ou purgatório? É importante saber disso? É necessário saber disso?

Não sei! Já não me importo com isso. Já não me afeta o fato de existir um mar que arde em fogo enxofre ou labaredas consumindo minha Alma. Do mesmo modo que sei da necessidade de levar uma vida em consciência tranquila, em paz comigo e com quem mais for possível ter paz de acordo com minha evolução.

Alguém irá querer atacar o argumento embebendo-o em teologia. E eu entendo. Mas discordo e vou além: O inferno cristão da Bíblia se utilizou da linguagem que era possível para a época. O entendimento sobre psiquê se deu centenas de anos depois. Em resumo, hoje podemos saber que céu é aquele sonho bom e inferno aquele pesadelo que de tão real oramos de alegria ao acordar!

Pra simplificar mais ainda: Tente não morrer com a consciência pesada, isso será seu inferno.

Tente não viver com a consciência pesada. Isso será seu purgatório em vida.

Dê o seu melhor e descubra-se dia após dia. Isso será o céu na terra e onde quer que esteja.

Abaixo a questão, a resposta do Espírito de Verdade e o comentário de Alan Kardec!

Tony L. Draper
#espiritismo #pessoascomuns #blog

***
Pergunta:

1017. Alguns Espíritos disseram estar habitando o quarto, o quinto céus, etc. Que querem dizer com isso?

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Resposta do Espírito de Verdade:

“Perguntando-lhes que céu habitam, é que formais idéia de muitos céus dispostos como os andares de uma casa. Eles, então, respondem de acordo com a vossa linguagem. Mas, por estas palavras – quarto e quinto céus – exprimem diferentes graus de purificação e, por conseguinte, de felicidade. É exatamente como quando se pergunta a um Espírito se está no inferno. Se for desgraçado, dirá – sim, porque, para ele, inferno é sinônimo de sofrimento. Sabe, porém, muito bem que não é uma fornalha. Um pagão diria estar no Tártaro.”

***

A.K.:

O mesmo ocorre com outras expressões análogas, tais como: cidade das flores, cidade dos eleitos, primeira, segunda ou terceira esfera, etc., que apenas são alegorias usadas por alguns Espíritos, quer como figuras, quer, algumas vezes, por ignorância da realidade das coisas, e até das mais simples noções científicas. De acordo com a idéia restrita que se fazia outrora dos lugares das penas e das recompensas e, sobretudo, de acordo com a opinião de que a Terra era o centro do Universo, de que o firmamento formava uma abóbada e que havia uma região das estrelas, o céu era situado no alto e o inferno em baixo. Daí as expressões: subir ao céu, estar no mais alto dos céus, ser precipitado nos infernos. Hoje, que a Ciência demonstrou ser a Terra apenas, entre tantos milhões de outros, uns dos menores mundos, sem importância especial; que traçou a história da sua formação e lhe descreveu a constituição; que provou ser infinito o espaço, não haver alto nem baixo no Universo, teve-se que renunciar a situar o céu acima das nuvens e o inferno nos lugares inferiores. Quanto ao purgatório, nenhum lugar lhe fora designado. Estava reservado ao Espiritismo dar de tudo isso a explicação mais racional, mais grandiosa e, ao mesmo tempo, mais consoladora para a humanidade. Pode-se assim dizer que trazemos em nós mesmos o nosso inferno e o nosso paraíso. O purgatório, achamo-lo na encarnação, nas vidas corporais ou físicas.

Estudos espíritas para pessoas comuns – Dia 2

Pergunta de número 1018 

Em que sentido se devem entender estas palavras de Cristo: Meu reino não é deste mundo?

“Respondendo assim o Cristo falava em sentido figurado. Queria dizer que só reina sobre corações puros e desinteressados. Ele está onde quer que domine o amor do bem, mas os homens, ávidos das coisas destes mundo e apegados aos bens da terra, não estão com Ele.”

Imagine a cena

No episódio onde acontece esta fala, Jesus acaba de ser preso, traído por Judas, negado por Pedro e está sendo sabatinado pelos doutores da Lei. Fora abandonado por aqueles que escolheu para tornar sua estadia nesta terra mais amigável, encontra-se de mãos, literalmente, atadas.

O que podemos perceber é que há sim, uma desilusão com relação a este mundo e, mais que isso, uma solidão atroz.

Suas palavras vêm de encontro às nossas mentes como uma bomba. Pois nos descredibiliza no sentido de vivência em harmonia e afeto. Assim como também nos tira da presença do amor e nos transporta para o reino do egoísmo, do medo e da covardia. Todos o haviam abandonado, teria que provar diante de um juiz injusto quem era e em nome de quem fizera os milagres que havia praticado.

Nesse momento, onde todos se esconderam, ficou claro que, realmente, este mundo não era seu, esse reino não lhe era necessário. Pois para ser rei neste mundo era preciso tomar posse da injustiça, da covardia e aprisionar inocentes.

Também era uma forma de dizer que aqueles que o abandonaram não entenderam nada ainda, mas que na hora certa viriam a compreender o sentido de cada gesto, situação e palavras.

Ninguém quer viver ou reinar em um mundo onde as relações se dão no âmbito do interesse, da troca e quem vale mais é porque possui mais. Em um reino celestial e perfeito, o amor, a paz e o companheirismo são modus operandi,  e quem quiser entrar por esta porta que leva a este lugar, precisa reconhecer a majestade do primogênito de Deus em sua vida, tornando cada momento neste reino de pecado e absurdos, parte do projeto que Ele preparou para cada um.

Que Ele, o Reino celeste nos encontre, transforme e nos aceite!

Nele,

Estudos espíritas para pessoas comuns – Dia 1

Tive meu primeiro acesso ao espiritismo Kardecista em 2008, através da minha amiga Elizabete Rosso. De lá pra cá tenho aprendido um pouco a cada ano. Já me matriculei em alguns cursos da FEB (Federação Espírita Brasileira), converso cotidianamente com pessoas que entendem da codificação das obras de Allan Kardec e sou muito fan das palestras do Aroldo Dultra Dias (por intermédio do amigo Frederico Santos).

Diferente da minha conversão ao cristianismo (evangélico, protestante, pentecostal, tradicional, calvinista), esse novo momento, no cristianismo espírita dos últimos 9 anos tem sido leve, sem pressa e sem lutas imaginárias contra inimigos invisíveis. De outro modo, as lutas têm sido cada dia mais reais, intensas e satisfatórias. Tenho vencido a mim mesmo, enquanto tenho amado a mim mesmo, respeitado e curtido cada parte que envolve ser eu. Por narcisismo? Não! Apenas por entender que o amor está em mim e a mim também serve. Tem sido mais fácil amar o próximo, inclusive perdoar e compreender.

O Jesus da bíblia é o mesmo Jesus que continua operando enquanto mesclo os conhecimentos atualizados dos códigos de livros como O Livro dos Espíritos, por exemplo.

O lema de introdução para o Livro dos Espíritos me guiaria até este momento:

“Para coisas novas precisamos de palavras novas; assim exige a clareza da linguagem, para evitarmos a confusão inerente ao sentido múltiplo dos mesmos termos.”

Das 3 curiosidades:

  • Alan Kardec não era médium
  • O livro foi transmitido através de diversos médiums da época
  • O livro chegou a ser proibido em alguns países da Europa

Do motivo deste primeiro texto:

Deixar público meu avanço no estudo da doutrina espírita e, através disto, manter acesa a chama desse novo jeito de ver e acreditar nas coisas. Não é objetivo evangelizar. Mesmo. Apenas ter como registro, mesmo que digital, a princípio, parte das coisas que interpreto do livro em questão.

O livro em sí: 

É formado por perguntas e respostas. Kardec pergunta, o Espírito de Verdade responde.

Minha intensão:

Ler uma questão por dia, juntamente com sua reposta. Sintetizar em um texto, de acordo com meu entendimento. Simples, leve e objetivo. Serão 1019 dias de reflexão.

Bem-vindo à bordo!

Primeira pergunta, de número 1019 (sim, estou fazendo igual com mangá, de trás pra frente).

Poderá jamais implantar-se na Terra o reinado do bem?

“O bem reinará na Terra quando, entre os Espíritos que a vêm habitar, os bons predominarem, porque, então, farão que aí reinem o amor e a justiça, fonte do bem e da felicidade. Por meio do progresso moral e praticando as leis de Deus é que o homem atrairá para a Terra os bons Espíritos e dela afastará os maus. Estes, porém, não a deixarão, senão quando daí estejam banidos o orgulho e o egoísmo.

Predita foi a transformação da Humanidade e vos avizinhais do momento em que se dará, momento cuja chegada apressam todos os homens que auxiliam o progresso. Essa transformação se verificará por meio da encarnação de Espíritos melhores, que constituirão na Terra uma geração nova. Então, os Espíritos dos maus, que a morte vai ceifando dia a dia, e todos os que tentem deter a marcha das coisas serão daí excluídos, pois que viriam a estar deslocados entre os homens de bem, cuja felicidade perturbariam. Irão para mundos novos, menos adiantados, desempenhar missões penosas, trabalhando pelo seu próprio adiantamento, ao mesmo tempo que trabalharão pelo de seus irmãos mais atrasados. Neste banimento de Espíritos da Terra transformada, não percebeis a sublime alegoria do Paraíso perdido e, na vinda do homem para a Terra em semelhantes condições,
trazendo em si o gérmen de suas paixões e os vestígios da sua inferioridade primitiva, não descobris a não menos sublime alegoria do pecado original? Considerado deste ponto de vista, o pecado original se prende à natureza ainda imperfeita do homem que, assim, só é responsável por si mesmo, pelas suas próprias faltas e não pelas de seus pais.

Todos vós, homens de fé e de boa-vontade, trabalhai, portanto, com ânimo e zelo na grande obra da regeneração, que colhereis pelo cêntuplo o grão que houverdes semeado. Ai dos que fecham os olhos à luz! Preparam para si mesmos longos séculos de trevas e decepções. Ai dos que fazem dos bens deste mundo a fonte de todas as suas alegrias! Terão que sofrer privações muito mais numerosas do que os gozos de que desfrutaram! Ai, sobretudo, dos egoístas! Não acharão quem os ajude a carregar o fardo de suas misérias.”

SÃO LUÍS.

Ufa, tem jeito! 

Essa é a primeira expressão que me vem à mente quando leio essa resposta. Saber que não estamos ficando piores. Pelo contrário, estamos melhorando. Nos aperfeiçoando, nos tornando aquilo que viemos ser, já somos e/ou já fomos. Já podemos ver o progresso acontecendo nas inovações tecnológicas. Como diria o Shaw, “há menos mal do que bem”.

Melhor ainda é saber que essa perspectiva de evolução moral se dá no âmbito da vida real. Do cotidiano difícil de cada pessoa no mundo que carrega o fardo de ser quem é. Das dificuldades relacionais entre religiões e seus líderes. Das promessas de bomba atômica do amigo da Coréia do Norte, ou das cartas encantadoras do Papa Francisco pedindo paz.

O mundo nunca foi um lugar tão bom para se viver. Se olharmos a evolução dos últimos 200 anos, veremos que trata-se sim de um processo de higienização divina. O bem triunfará e não será através de um plano de governo mundial. Mas da vivência coletiva da unidade que sabemos ser. Do nível evolutivo que alcançaremos guerra após guerra, peste após peste e tsunamis após tsunamis.

Esta evolução passa, obviamente pelo viés ambiental, do cuidado com as mudanças climáticas e as novas tecnologias para tornar a água algo potável sem dificuldades. Além da redução da emissão de gases nocivos à atmosfera terrestre, a evolução da espécie em seus hábitos e prazeres. O equilíbrio dos hormônios e a cura de antigos males. Inevitavelmente o nascimento de outras visões do que significa ser feliz.

 

 

Meditação mindfulness ajuda de policiais a dependentes químicos

Da folha

Perceba o ambiente à sua volta. Sinta sua respiração, o ar entrando e saindo. Não tente controlar o ar, apenas o perceba. Quais são os seus pensamentos e sentimentos? Onde está sua mente? Concentre-se neste exato momento, no agora.

O mindfulness (“atenção plena”) é uma forma de meditação que pretende concentrar a atenção das pessoas no momento presente. A prática, normalmente usada para controle do estresse, começou a ser pesquisada com seriedade e utilizada até mesmo para combater dependências químicas e ajudar policiais militares a lidar com o tenso trabalho do dia a dia.

A aposentada Sonia Schaal, 61, após ter câncer de mama, desenvolveu um problema na coluna. Dor e preocupação com um possível retorno do tumor tiraram o sono dela. O jeito foi começar a tomar benzodiazepínicos, também conhecidos como calmantes ou ansiolíticos.

“É horrível usar remédio tarja preta. Eu tomava umas duas, três gotas por noite, todos os dias”, diz Sonia, que usou a droga por dois anos. “Você fica ‘sonado’, não consegue acordar direito e não tem a qualidade de sono que teria com o sono fisiológico.”

Sonia afirma que, por um período de tempo, mais especificamente um ano, foi dependente do remédio.

O cansaço –e um anúncio no jornal do bairro– levou a aposentada a um grupo que utilizava o mindfulness para ajudar mulheres a combater o uso de substâncias químicas.

“A ideia do programa era recrutar pessoas que faziam uso crônico desses medicamentos”, afirma Viviam Barros, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa em Saúde e Uso de Substâncias da Unifesp.

Ela afirma que a maior parte desses remédios é prescrita. A recomendação, porém, é que o uso aconteça por, no máximo, quatro semanas.

As técnicas de mindfulness foram trabalhadas com as participantes em sessões semanais de duas horas, por oito semanas. Após isso, elas foram acompanhadas por mais 6 meses.

A pesquisadora afirma que as mulheres que desenvolveram a meditação conseguiram abandonar mais facilmente e com menos sofrimento os remédios. Além disso, elas também passaram a sofrer menos por terem insônia.

“Elas aprenderam a lidar com a insônia”, diz Viviam. Segundo ela, com a prática, as participantes do projeto aprenderam a perceber movimentos que a mente faz.

“Por exemplo, quando a pessoa vê que ela não está conseguindo dormir. Começam a surgir vários pensamentos. ‘Amanhã tenho que trabalhar, não vou conseguir trabalhar, estarei muito cansada.’ Isso vai aumentando o grau de ansiedade, o que intensifica ainda mais os pensamentos”, afirma Viviam, que nomeia o processo de “espiral ruminativa de pensamentos”.

Com o mindfulness, segundo a pesquisadora, as pessoas passam a reconhecer o que acontece em suas mentes sem necessariamente serem “carregadas” por isso.

“Vivemos no piloto automático”, diz Sonia. “Com o mindfulness a pessoa percebe como ela mesma funciona.”

TENSÃO DIÁRIA

Com base em experiências realizadas em outros países, foi iniciado também um projeto piloto de mindfulness para policiais em um batalhão da Polícia Militar de São Paulo.

“São pessoas que poderiam se beneficiar da técnica para lidar melhor com o stress e com as emoções. Ajuda a ter mais empatia”, diz Marcelo Demarzo, coordenador do Mente Aberta, centro de pesquisa ligado à Unifesp.

O tenente-coronel Marcio da Silva, um dos policiais a participar do projeto, diz que as meditações proporcionaram mais tranquilidade, calma e serenidade na vida profissional e na familiar.

‘MODISMO’

Segundo Luiz Eugenio Mello, professor titular de fisiologia da Escola Paulista de Medicina da Unifesp, já há evidências e bases científicas explicando o funcionamento do mindfulness. Contudo, também existe algum “modismo” relacionado à prática.

“Há não muito tempo as células-tronco iriam curar tudo, de unha encravada a alzheimer”, diz Mello. “Com mindfulness não é diferente.”

Modismo e pessoas querendo faturar andam de mãos dadas, de acordo com Mello. Por isso mesmo, é importante que pesquisas científicas consigam definir claramente para quais situações a meditação tem ou não efeito.

Mello afirma ainda que não se pode descartar o que a expectativa por cura pode provocar. “A estimativa é que 35% dos efeitos de qualquer medicamento estejam associados ao chamado efeito placebo”, afirma.

Tente Você Mesmo

1 – Adote uma posição confortável (sentado ou deitado)

2 – Respire profundamente uma ou duas vezes. Isso deve trazer a sua atenção para o seu próprio corpo

3 – Observe as sensações do momento, como o contato com o chão ou com a cadeira, por exemplo

4 – Observe os movimento do corpo, como o tórax se movendo durante a respiração

5 – Se surgir uma preocupação, não reaja. Deixe que ela naturalmente passe

6 – Mantenha a atenção na respiração. Ela deve funcionar como uma espécie de “âncora”

7 – Novamente, concentre-se nas sensações do corpo

8 – A ideia é focar a atenção na experiência do momento

ALGUMAS DICAS

  • Encontre um lugar tranquilo e silencioso
  • Reserve um tempo diário para a meditação
  • Comece meditando por curtos períodos

 

O juiz popular – Por Eduardo Cunha para Folha

Faz pouco tempo, esta Folha publicou um artigo de Rogério Cezar de Cerqueira Leite com críticas ao juiz Sergio Moro, expressando sua legítima opinião. O juiz escreveu resposta em que criticou a Folha por dar espaço ao texto, como se a democracia comportasse que as opiniões contrárias às nossas fossem censuradas -ou seja, ou me elogie ou se cale. Essa era a lógica da resposta.

Com este artigo que publico agora, sei que minha família e eu poderemos correr o risco de sermos ainda mais retaliados pelo juiz, mas não posso me calar diante do que acontece.

Estou preso por um decreto injusto, o qual contesto através de habeas corpus e da reclamação ao Supremo Tribunal Federal, já que não houve qualquer fato novo para ensejar uma prisão, salvo a necessidade de me manter como troféu.

Minha detenção afronta a lei nº 12.043/11, que estabelece que antes da prisão preventiva existam as medidas cautelares alternativas.

Deve-se ainda levar em conta que um dos fundamentos de minha prisão veio de proposta do Ministério Público -prisão preventiva para evitar a dissipação patrimonial- incluída no chamado pacote anticorrupção. Essa medida, todavia, já foi rejeitada pela Câmara.

Para coroar, o juiz, para justificar sua decisão, vale-se da expressão “garantia da ordem pública”, sem fundamento para dar curso de legalidade ao ato ilegal. Isso, afinal, tornou-se mero detalhe em Curitiba, já que basta prender para tornar o fato ilegal em consumado.

A jurisprudência do STF não permite, pela via do habeas corpus, a supressão de instâncias, fazendo com que se leve no mínimo seis meses para que o mérito chegue ao tribunal, punindo quem está preso ilegalmente com uma antecipação de pena, sem condenação. O meu habeas corpus está no Superior Tribunal de Justiça.

Convivendo com outros presos, tomo conhecimento de mais ilegalidades -acusações sem provas, por exemplo, viram instrumentos de culpa. A simples palavra dos delatores não pode ser a razão da condenação de qualquer delatado.

Ocorre ainda pressão para transferir a um presídio aqueles que não aceitam se tornar delatores, transformando a carceragem da Polícia Federal em um hotel da delação.

Apesar das condições dignas do presídio e do tratamento respeitoso, é óbvio que a mistura de condenados por crimes violentos e presos cautelares não é salutar.

Uma das principais causas da crise do sistema penitenciário é o contingente de 41% de presos provisórios. Esse fato tende a ser agravado com a decisão do STF de autorizar o encarceramento após condenação em segunda instância.

É bom deixar claro para a sociedade que a minha segurança e a dos demais presos cautelares é de responsabilidade do juiz Sergio Moro. Ninguém questiona a existência de um criminoso esquema de corrupção; punições devem ocorrer, mas observando o devido processo legal.

Não podem ocorrer fatos tais como a entrevista em que a força-tarefa de Curitiba, quando eu ainda era presidente da Câmara, declarou minha culpa e pregou minha prisão, ignorando o fato de que eu ainda desfrutava de foro privilegiado.

Ou ainda o espetáculo deprimente da denúncia contra o ex-presidente Lula -independentemente da opinião ou dos fatos, jamais poderia ter se dado daquela forma.

Algumas propostas legislativas são importantes para combater as ilegalidades praticadas.

1) Definir com clareza o conceito de garantia de ordem pública para motivar uma prisão cautelar.

2) Estabelecer um prazo máximo para a prisão preventiva, caso o habeas corpus não subsista com o trânsito em julgado.

3) Separar os presos cautelares dos condenados.

4) Determinar a perda dos benefícios de delatores que não comprovam suas acusações.

5) Alterar a lei das inelegibilidades para quarentena de no mínimo quatro anos para juízes e membros do Ministério Público que queiram disputar mandato eletivo.

6) O juízo de instrução não pode ser o juízo do julgamento. Os processos não podem ser meros detalhes de cumprimento de formalidades para chegar a condenações já decididas de antemão.

Juízes e membros do Ministério Público devem respeito à Constituição, às leis, ao Estado democrático de Direito. A história mostra que o juiz popular ou o tribunal que lava as mãos como Pilatos não produzem boas decisões.

EDUARDO CUNHA, ex-deputado federal (PMDB/RJ) e ex-presidente da Câmara dos Deputados (fevereiro de 2015 a julho de 2016), foi preso em outubro de 2016 pela Lava Jato, acusado de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas

Do que eu gosto

Respeito quem fala bonito. Mas prefiro quem fala de forma que eu entendo. Também adoro comidas requintadas, mas aquele arroz com feijão e ovo de “mainha” coloca muito restaurante chique em terceiro plano.

Acho bonito roupas de marcas como Armani, mas minhas vivências mais prazeirosas se deram sem uma peça de roupa sequer. Assim como adoro carrões luxuosos como BMW, mas agradeço imensamente pelas 72 horas de viagem pela empresa Vipu (não sei se ainda existe) do Ceará pra Brasilia.

Admiro horrores quem tem planos de viver feliz para sempre ao lado de alguém. Mas adoro a ideia de amar hoje, ser intenso e realizado hoje. Mesmo sem nenhuma promessa de amanhã.

Gosto do ideal, mas a realidade me cativa por um fator simples: Ela existe agora e atravessa o tempo.

Bom dia, seus sonhadores!

Tony L. Draper
Escrevendo em rede social pq é de graça e pq parece que vocês lêem.

#texticulous

Caminhamos assim por não saber outro jeito como caminhar

Os entendidos, pois, resplandecerão como o resplendor do firmamento, e os que a muitos ensinam a justiça refulgirão como as estrelas sempre e eternamente. E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro até ao fim do tempo: então muitos passarão, lendo-o, e a ciência se multiplicará. DANIEL 12:3-4 (FERREIRA DE ALMEIDA)

Verdade é que estamos em um caminho evolutivo. Também é incontestável que, em comparação aos séculos que se passaram, temos uma sociedade mais humana, justa e até mais afetuosa. Sim coisas terríveis ainda acontecem e nos deixam boquiabertos.

Estamos no segundo mês de 2017, começamos meio com o pé direito o ano. Várias coisas desagradáveis nos esperavam no primeiro de janeiro. Mortes estúpidas, assassinatos sem precedentes, situações de constrangimento nacional e novas fases de operações da polícia federal. Algo fora de nosso alcance no nível das resoluções, mas visível através de nossas telas.

Entre as muitas coisas que ainda nos incomodam muito, estão as relações abusivas, homem/mulheres. Inacreditável como ainda vivemos em tempos onde o macho ainda subjuga a fêmea, como nos tempos das cavernas ou algo que o valha. E o pior disso, como as mulheres ainda calam, mesmo sem consentir, talvez por saber que a sociedade aceita bem o papel do macho abusivo, cheio de vontades e desejos incontroláveis.

Temos razões suficientes para nos entristecer com os quadros que nos são apresentados cotidianamente. São cenas e relatos que deixam qualquer ser irracional com vergonha. Os últimos episódios envolvendo ódio e sexismo deixam a sociedade indefesa em meio a uma gama de possibilidades de ter sua integridade física/psicológica afetadas por tais eventos.

Se você me perguntasse minhas soluções para tudo que está rolando mundo afora, eu diria o que os avatares que nos visitaram já disseram: Só o amor resolve. Mas penso que para cada área da sociedade há um jeito específico de se lidar com as coisas.

Dos abusos sexuais e/ou envolvendo um ente fraco e um forte (normalmente homem e mulher)

Magnetismo não é a melhor palavra, mas ajuda quando o tema é “Sedução”. Somos magnéticos, temos poder de atrair e, a menos que você seja doente mental, saberá entender quando uma mulher disser ‘não’. E nem sempre esse não será verbalizado, o olhar fala, os gestos falam. As vezes a moça não se posiciona por estar em situação de fragilidade total, mas isso não significa que ela quer dar pra você.

Costumo dizer que, mesmo sendo feinho, baixinho, barrigudo e careca, minha transmissão magnética sempre funcionou. E quando pedi pra alguém tirar a calcinha, obtive êxito. Nunca precisei pegar ninguém a força. É por isso que fico puto quando vejo caras com potencial maior para estar acompanhado de alguém fazendo merdas como, por exemplo, forçar situações sexuais onde elas não existem.

Encontrar a vontade do outro, e se ver encontrado por esta mesma vontade é o que faz com que, mesmo uma transa casual seja algo gostoso de se viver. E não há crime e/ou erro algum nisso. Acontece e costuma ser bom.

O que não é bom, nem nunca foi, é forçar pessoas a fazerem algo que não querem ou se sentem a vontade para fazer. A isso chamamos abuso, estupro, etc,. E há leis severas em nosso país para isso.

Dos crimes passionais

Acabou a relação, temos dois lados de uma história, as causas do fim e o único motivo que faz as relações acabarem, ou seja, um dos lados deixou de sentir, ou ambos os lados estão de saco cheio. Mas para que haja o crime, é preciso que um dos lados esteja insatisfeito com o término. Normalmente é o homem e, consequentemente, é essa figura que comete os atos absurdos.

Não há remédio para coração partido, dói mesmo quando acaba. Não queremos imaginar a pessoa amada em outros braços, queremos morrer, tomamos todas, comemos gente sem sabor só pra fazer de conta que ainda temos algum apelo sexual. Entendo você, nobre amigo. Só o tempo cura, trás outras pessoas, um novo amor floresce e você percebe, por fim, que não se morre quando o relacionamento acaba, pelo contrário, renascemos para uma nova perspectiva, aprendemos e seguimos.

Infelizmente, ainda vivemos tempos onde os machos alfa não conseguem assimilar isso. Então ainda vivemos em um país onde julga-se matar por amor, quando na verdade é o ódio e a rejeição operando.

Para finalizar, deixo alguns recado simples aos do meu  gênero:

1- Mulher é bom. Não, mulher é uma delícia. Mas não pertence a você ou a mim. São de si e se dão quando seus corações ardem.

2 – Você não tem direito de ultrapassar os limites que ela coloca.

3 – Tenha um mundo interno. Gostou, achou incrivelmente gostosa? Você não tem a menor chance com ela? Masturbe-se. Isso mesmo. Vá até o fim em suas fantasias. Você vai perceber que ao abrir os olhos nada pode te condenar, nem ninguém. Pois quem irá provar que você obteve tudo que queria sem ferir ninguém? Imaginação é tudo.

4 – Acabou o relacionamento? Deixa a moça ser feliz. Ela merece tanto quanto você.

5 – Mas você ainda a ama? Bole um plano e a reconquiste, o tempo é rei em criar oportunidades.

6 – O fim de um relacionamento não significa o fim da vida. Mas o início da retomada das rédeas de sua própria vida. Sofrer é parte.

7 – Se há dúvida, ciúmes excessivo e atitudes de desrespeito. Talvez não seja amor e você só seja um babaca mal amado na infância. Freud explica.

8 – Faça uma análise breve de quantas pessoas já passaram em sua vida e você sobreviveu sem elas. Ninguém é insubstituível (clichê real), e você precisa de amor próprio para que o magnetismo que há em você encante o outro.

9 – Coincidências não existem. Todos (sem excessão) sabemos quando um relacionamento está na bancarrota.

10 – Admita seus erros, peça desculpas e prometa pra si mesmo agir de forma diferente em uma próxima oportunidade. As vezes dá certo.

Sei que se conselho fosse algo bom não se dava. Mas, nessa vida louca, nem tudo se pode comprar. Entendo também que caminhamos assim por não sabermos como caminhar. Tentemos aprender.

Bjons,

 

Masaya Nakamura, ‘pai do Pac-Man’, morre aos 91 anos

Masaya Nakamura, o pioneiro do videogame japonês conhecido como “o pai do Pac-Man”, morreu aos 91 anos, informou sua companhia nesta segunda-feira (30).

Nakamura, que morreu no dia 22 de janeiro, fundou uma empresa em 1955 que mais tarde se tornaria a Namco. A companhia começou instalando dois cavalos mecânicos de madeira no terraço de uma loja de departamentos e passou a desenvolver jogos domésticos e arcade, parques temáticos e outros parques de diversões. Ela se fundiu com a gigante de brinquedos japonesa Bandai em 2005.

O designer de jogos da Namco, Toru Iwatani, criou o Pac-Man amarelo, que chegou ao mercado em 1980. O personagem se tornou extremamente popular entre os jogadores e o Guinness World Records, o livro dos recordes, o classificou como “a máquina de arcade operada por moedas mais bem-sucedida”.

Nakamura ainda trabalhava como conselheiro sênior da Namco. A companhia não divulgou detalhes sobre sua morte, alegando estar cumprindo o desejo da família.

Do G1