Category: Reflexões

Primeiro dia de 2017 e dai?

Alguém me disse que 2017 será regido por Saturno, assim como os próximos 36 anos. Que este planeta lida com o papo reto e a integridade acima de tudo. Ou seja, em 2017 o bang vai ser doido. 

Pois então… 

Os anos que passaram me ensinaram algumas coisas sobre o ano novo e uma delas é que fecha-se sim, um ciclo. Mas não muda magicamente o quadro que estamos compondo em nossas vidas. A passagem de ano não funciona como a mudança de um gestor político, por exemplo. Os projetos iniciados ano passado e ou nos anos anteriores precisam receber um novo fôlego, ânimo e direções, de preferência sem baixas. 

Também aprendi que preciso esperar passar o carnaval para que o ano comece de verdade. Essa é a maior mentira. Os boletos permanecem chegando pontualmente e perder o time não é opção. Pelo menos se quer dormir em paz com sua consciência. 

Descobri que previsões astrológicas são infalíveis. Principalmente se você acreditar nelas. O mesmo serve para garrafadas, búzios e acupuntulra. Eu acredito em tudo isso. Mas se eu tiver a chance de conscientemente tomar as rédeas e desenhar meu próprio futuro, escolher a paleta de cores e o melhor momento para agir, é o que faço. 

Continuo achando que pra cantar a gente tem que ter dom, mas técnica também ajuda muito. Se você leu até aqui, pode me indicar uma boa escola de canto em Brasília? Quero muito aprender a cantar pelo menos no ritmo. Amo música e algo me diz que 2017 será bom pra aprender um pouco mais. 

É só o primeiro dia, mais desejos irão e virão. Escolhê-los e como vivê-los está em nossas mãos. Façamos nosso melhor! 

Ah…agora meio que tudo é daqui pra outros lugares! 

Bjons, 

11 Resoluções básicas para 2017 pq sim

1 – Continuar sem me meter na vida alheia.

2 – Me meter na vida alheia quando convidado e remunerado por isso.

3 – Mastigar e saborear melhor os alimentos.

4 – Viver no presente o mais tempo possível.

5 – Criar menos expectativas com relação à espécie.

6 – Adquirir uma Wacom e ganhar 60% do meu sustento através dela.

7 – Visitar mais minha mãe.

8 – Praticar caminhada longa com amigos da 3ª idade e ali ouvir bons conselhos.

9 – Aulas de canto.

10 – Estudar mais e seriamente PNL.

11 – Lançar meu livro.

Por hora, seus bonito!

Tony L. Draper
#Newyaear #quotes

O que é essencial? por Paula Abreu

Aquela lista infinita de desejos não será capaz de trazer a felicidade se a gente não puder reconhecer, com gratidão, que já temos o suficiente.

Você abre seu computador, entra nas redes sociais e sente a pressão: a sociedade – e seus amigos no facebook – esperam que você seja mais feliz, mais saudável, mais esperto, rápido, popular, produtivo, invejado, rico, admirado.

O sorriso de todo mundo parece mais branco que o seu -, aliás, por que diabos está todo mundo sorrindo? Os amigos parecem estar em férias eternas. Na praia, na neve, bebendo uma cerveja artesanal num bar no meio do Nordeste…vem cá, eles não trabalham, não?

Todos estão sarados, suando no Crossfit, equilibrando-se numa postura de ioga que você precisa morrer e nascer três vezes para conseguir executar. Como eles podem ter esse corpo se toda hora você vê foto de comida japonesa, francesa, italiana, uma verdadeira volta ao mundo culinária passando na sua timeline?

E todos os conselhos de vida que você recebe estão na verdade o forçando a colocar o seu foco naquilo que ainda falta em sua vida. De certa forma, essa fixação apenas no que é positivo, – que você vê aos montes nas redes sociais – só serve para lembrá-lo do que você não é, do que não tem, do que deveria ter sido.

Coincidência ou não, esse discurso bate com os comerciais da TV, que querem convencê-lo de que para ser feliz é preciso ter um carro mais potente, um celular menor (opa, não, agora é maior!), um apartamento de luxo.

O que falta hoje não são carros, relacionamentos, equipamentos tecnológicos, joias ou dinheiro. O que falta é discernir o pouco que é essencial do muito que é apenas bom. Você pode acreditar que precisa de dinheiro, de um relacionamento amoroso bem-sucedido, da casa própria. Mas a verdade é que as suas necessidades são muito menores: água, comida e abrigo, e acredito que você já os tenha hoje. O Resto não são necessidades, mas vontades ou desejos. Não estou dizendo que eles são maus, eles podem até ser bons, mas são apenas bons. Na sua vida, hoje, o que é essencial e o que é apenas bom?

Quando você descobre o seu essencial e se dá conta de que ele está – e sempre esteve- sendo suprido pelo universo, você se conecta com a vibração da abundância. E, curiosamente, a partir daí você tem muito mais chances de realizar as suas vontades ou desejos. Dessa vez, sem perder a consciência de que eles não são essenciais para a sua felicidade. O autor Mark Manson diz que “o desejo por mais experiências positivas é em si mesmo uma experiência negativa. E, paradoxalmente, a aceitação da sua experiência negativa é em si mesma uma experiência positiva”.

A verdade é que, onde quer que você esteja na sua jornada, neste momento, a aceitação e a gratidão por tudo que lhe está sendo suprido é o maior passo que você pode dar na direção da almejada verdadeira felicidade.

Fonte: Revista Vida Simples – Novembro 2016

Já digo não, sei meus limites e estou aprendendo a fazer escolhas

Acabo de ler este texto, no Fast&Co, sobre o botão ‘delete’ contido em nossos cérebros. E, pra minha surpresa, o segredo de eliminar e/ou fixar determinadas informações (aprender/desaprender) consiste em dormir bem. Pois, segundo pesquisadores, as sinapses que fazem o trânsito dos neurotransmissores trabalham nesse espaço de descanso. Inclusive naquela sonequinha de 10/20 minutos após o almoço.

Durante minha caminhada nessa vida de ‘freelancer’, já me vi sob pressão para entregar em 24h trabalhos que eu precisaria de 1 semana para fazer, assim como projetos feitos em 2 dias, quando precisava de 1 mês. Na maioria das situações consegui me sair bem, entregando com êxito os trabalhos e, o melhor, sem dar na cara que ralei sem dormir por horas a fio. Mas eu sabia que ao final, minha capacidade de criar, dialogar e transmitir ideias estava abalada e esgotada. O mesmo sinto quando estou incomodado com uma situação ‘x’ou ‘y’. Pensamentos repetitivos se acumulam em volta de um tema e, não adianta jogar água fria na cara, não consigo sair do lugar, girando em torno do assunto até estafar.

A jornada deve ser seguida em coerência

Fazer escolhas. Quase nunca é fácil. (Foto: Internet)
Fazer escolhas. Quase nunca é fácil. (Foto: Internet)

Há alguns anos atuo de forma efetiva em projetos sociais, voltados para o meio ambiente, sustentabilidade e cultura. Por muitas vezes me vi fazendo para além das minhas forças, buscando o melhor resultado, sem obtê-lo por um motivo simples: Falta de autoconhecimento. Pois se soubesse dos meus limites à época, teria reduzido o desgaste em muito, além de ter aberto oportunidade para outros `voluntários` fazerem sua parte. É o que de algum tempo pra cá resolvi chamar de `liderança torta`.

Tenho descoberto, aos poucos e a duras penas, que trabalho voluntário não precisa ser sofrido, doloroso e/ou desestimulante. Meu ego e vontade de ver dando certo não pode, nem deve, em momento algum, interferir no bom andamento das atividades de um todo. Assim como descobri que todos ganham quando assumem, cada qual seu papel, o cumprem e, ao final, celebram. Precisamos seguir em coerência com nossos sentimentos e nossas capacidades. Deixando assim tempo para família, trabalho e o cuidado com a alma.

Ninguém é de ferro

Por mais que clichê que seja, e é, a máxima de que não temos super-poderes e de que não estamos acima de nossas capacidades físicas, psicológicas e motoras, deve guiar nossa caminhada rumo ao equilíbrio de nossas aptidões, paixões, projetos e ambições.

Não trata-se apenas de uma desculpa para errar, mas uma justificativa para, com direito, se sentir cansado e, nesse momento, descansar. Abrir mão da capa e buscar o aconchego do lar, a canja de galinha ou aquela série favorita que você assiste para sair um pouco da realidade.

Algo aprendido uma vez, nem sempre torna-se um hábito, mas deveria

Então, aprendi, já sei. Pronto?

Não! Quem dera fosse simples assim.

Já digo não, sei meus limites e estou aprendendo a fazer escolhas

O próprio aprendizado requer treino e muitas recusas. Pois podemos saber que o corpo chegou no limite e mesmo assim ainda aceitar novas tarefas em prol de um projeto. Podemos saber que nossas forças estão fracas e, ainda assim, topar um novo desafio. Como é difícil dizer não! Mas não é impossível.

Tenho treinado me habituar a dizer desculpe, mas não posso. Tem funcionado. Mas não pense que trata-se de uma tarefa fácil e que do dia pra noite você conseguirá levar uma vida com qualidade, 8 horas de sono, equilíbrio emocional e psicológico. Leva tempo, mas vale a pena.

Através de exercícios como dizer não, ouvir minha intuição e seguir minhas convicções, já não bebo há 1 ano e parei com o cigarro há 10 dias. Mas quero contar esta e outras histórias a medida que tiver tempo para tal, o que não é minha realidade no momento.

Good vibes, people!

 

 

Estar juntos, fazer juntos e juntos viver!

Estive com 47 pessoas nos últimos 4 dias, divididas em 4 grupos. Sem contar as reuniões em particular. Não sou dos melhores em fazer só, na verdade sou uma negação. Como diria a música, “não sou audiência para solidão”. Mesmo.

2ª reunião preparatória do Projeto CrêSer Criança

Projetos que dão certo, normalmente são feitos em diversas mãos, com a atenção e o cuidado que várias cabeças pensando juntas proporcionam. 

É na união das ideias que grandes problemas se tornam “coisa simples” de resolver, assim como pequenas ideias ganham proporções para além da visão do agora. 

Nesse âmbito, celebrações acontecem, resoluções surgem e novas propostas para um mundo melhor podem ser discutidas, quiçá, executadas. 

Linha de frente #ocupeolago
 São relacionamentos que surgem, na maioria das vezes, com intuito de nos tornar pessoas mais capazes, fortes para suportar uma tristeza ou outra. Âncoras que não nos deixam pensar no conceito de ilha, mas de “conurbação”. 

Projeto Estruturando
Nesse espaço do coletivo, há lugar para enxergar nossa riqueza e planejar em como dividi-la. Ceder um tempinho para aquilo que a pressa do cotidiano nos rouba. É aqui também que nos vemos nos perguntando “pra onde estamos indo” e/ou “onde eu estava” que não vi o mundo com esses olhos. 
Por essas e outras, acredito sim, em uma evolução constante da nossa raça e em um futuro próspero para mim e para os meus. Juntos, sempre. E, claro, “quem tá por fora é quem não soube se comportar dentro”. 

Autoestima, o caminho para o coração

Música: Cromossomos – Marinho (BesouroBass) e Strikys. Ouça.

Sem autoestima ficamos áridos, apáticos e indiferentes ao sentimento do outro. Nos tornamos cínicos, desalmados. Verdadeiros zumbis.

Nos últimos anos vi meu ego, baixa autoestima e tantos outros defeitos me atrapalhando muitas vezes. Tantas que não poderia contar. Foram tantas humilhações sofridas, outras geradas contra o próximo. Tanta falta de afeto e zelo pelo outro. Um excesso de imbecilidade.

Hoje, menos idiota, um pouco maduro, consigo enxergar com clareza muito do que me fazia mal, me deixava de humor em baixa e atrapalhava os negócios. Descobri que postura é questão de escolha. E, independente do trabalho que executamos, devemos buscar, antes de tudo, um “sentido” naquilo.

O capital tirou das Pessoas Comuns, a capacidade de sonhar, viver o presente e criar vínculos com sua história futura. Já que está tudo tão difícil e falar de crise é a nova sensação.

Me apego neste momento aos meus escritos, fé e determinação para afirmar:

Você é importante em um processo que talvez você nem saiba que existe e, o pior, continuará existir mesmo que você não acredite. E cada vez mais veloz.

Quem estiver pretendendo alcançar algum sucesso real nessa vida, precisa entender o ‘seu’ valor diante de tudo isso e qual a ‘sua’ contribuição para que o mundo se torne um lugar cada vez melhor.

Mas por onde começar?

Doando seu tempo, seus ouvidos e, se preciso, sua voz para aqueles que tem um grito engasgado, um mal querer de si, expressarem abertamente seus sentimentos sem medo do julgamento.

É fácil?

Não. Você precisará estar rico de ‘autoestima’, para não tornar seu modo de vida uma regra para a existência, ou considerá-la um fracasso. Meio termo e chá de camomila não fazem mal a ninguém, experimente.

Isso funciona?

Comigo sim. Como disse acima, não posso tornar uma regra, mas tem me feito bem ver ‘sentido’ em cada atitude que tomo, cada contato que estabeleço e cada conexão bem sucedida. Estou me unindo aos pré-escolhidos para trilhar um caminho que desconhecemos juntos, e juntos desbravaremos.

Por fim. Você vai se surpreender quando descobrir que você pode ser o que quiser.

Tamojunto!

BesouroBass grava clipe com apelo ambiental na Chapada dos Veadeiros

O rap, diferente do que muitos pensam pode sim, ser ferramenta para boas mensagens, reflexão sobre o meio ambiente e sociedade. 

Trilha para Almécegas – Chapada Dos Veadeiros

Ele (o Rap) é livre, inclusive para simplificar a mensagem sobre preservação ambiental. Talvez e, porque não, invadir lares e tornar crianças de hoje ambientalistas de amanhã. 


Foi nesse espírito que partimos para a Chapada dos Veadeiros. A busca pela mensagem ideal, pelas imagens que nem um milhão de palavras diriam e pela tradução livre de temas repetidos, mas não entendidos, como sustentabilidade, por exemplo. 


Em dois dias fizemos o possível para gerar imagem de conteúdo para o projeto Ritmo, Poesia e Preservação. Ali também nos tratamos, nos retratamos e buscamos uma paz com nossa consciência por saber que estávamos fazendo uma pequena (minúscula) parte do que precisa ser feito para que a pauta saia do domínio dos catedráticos e se torne prática corriqueira no cotidiano de qualquer pessoa comum.

Além de experiências transcendentes (como não poderiam deixar de ser), esperamos por uma onda de boas novas a cada dia. Pois sabemos que o trabalho não é vão. 

Vamos! 

Felicidade? Talvez…


Não sei de cor todas nas notas musicais, entendo pouco de muitas coisas e muito de poucas. Caminho rumo a um futuro que rabisco aos poucos, um amanhã semi pronto que me permite mudar de rota caso seja detectado que um retorno é necessário.


Fiz poucos inimigos, nenhum que eu considere digno de uma rixa. Gosto de gente e sempre que consigo, dou um jeito de fazer tudo ficar bem. 


Gosto do meu trabalho, desenvolvo coisas legais, meus clientes gostam e o público deles também. Funciona.
Gosto da segurança que posso ter com relação a mim mesmo. Tão logo meu relacionamento afetivo com minha parceira é pautado na segurança que ambos têm em si. No propósito e no compromisso de ser, um para o outro, fonte de afeto, compreensão, tesão e sorrisos muitos. Um estresse ou outro, de vez enquanto faz parte, pq não?

Minha família é pequena, nos vemos pouco e já faz muito tempo que não sou acionado por uma urgência, seja do lado de cá, seja do lado de lá. Nos damos bem à distância. 

Meus sonhos se realizam e se renovam, como alguém que completa ciclos. Minha psicóloga é grande responsável por este momento, juntamente com os amigos que a vida me deu e tenho preservado.

Os projetos sociais funcionam por si só. Já que sua base é o desejo coletivo de seus participantes de ver dar certo. Que Deus continue ajudando. 

Por hora e sem mais para o momento!