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Os adultos e sua mania de nos educar

Ando pelas ruas reparando o povo se comportar lindamente. Somos brasileiros e nossa cultura preza pelo bom senso, razoabilidade e respeito ao próximo. Certo? 

Claro, evidenciamos nossa maturidade sempre que uma criança de 8 anos cruza nosso caminho. Adoramos dizer como devem se portar, vestir, estar, como comer, que palavras caem bem ao momento é de acordo com a visita. Somos ótimos nisso. 

Brinquedos de adultos. Eu curto!

Além de um conforto em confrontar os menores, temos real prazer em vê-los tentar seguir por essa linha. Alguns fingem tão bem que conseguem assimilar isto em seu cotidiano mesmo após o casamento. Vamos manter as aparências, aparências vendem. 

As crianças, essas pessoas do bem, dizem em seu silêncio infantil: fodam-se suas normas, vou tirar meleca do nariz e comer até amanhã de manhã. Eu não ligo pro que ninguém pensa. 

Essa nova geração, que interfere em conversas de adultos (graças a Deus) nos livram de verdadeiros monólogos com hipocondríacos e maniacos depressivos que, também por estarmos nos dias de hoje, caem de árvores. 

Não sei se estamos fazendo do jeito certo. Mas algo real precisamos fazer aos nossos pequeninos: Deixá-los fugir de nossa educação pra visita e torná-lo um cidadão pra vida. Com ou sem palavrões, etiquetas ou arrotos em público. 

Que possamos deixá-los ser! E que nossa falsa noção de educação nos ensine a perceber que se mantermos algo da essência de uma criança, poderemos viver em paz conosco. 

Quem teve um acesso psicológico e resolveu encarar Dostóievski na transição Entre adolescência e a juventude, sentiu na pele o que significa infantilizar-se propositalmente para ver “sábios” caírem de seus pedestais. Ou quem leu a bíblia e via que as crianças tinham contato direto com o mestre sem muito esforço, consegue entender a vantagem de maliciar menos e experimentar mais, sofrer menos e cantarolar um pouco mais e mais até que alguém lhe mande calar a boca. 

Ahh, a vida pulsando e a gente querendo mais. Se isso é ser mal educado, vamos manter. 

Simbora! 

Nosso Drops versão “Quinta da paixão”

1 – A música que a massa ouve nos veículos de massa com apelo jabalistico encontra-se em crise. 
I – Das nacionais 

Duplas com nomes de personagem de novela mexicana 80% do faturamento. 

II – Das internacionais 

Estão usando o mesmo sintetizador para todas as vozes. 

III – Byonce é a Ivete Sagalo gringa.

2 – Eu deveria continuar admirando o Eike? Como será que ele se sente neste exato momento? E se você fosse ele?

3 – O muro do trump. As merdas que ele diz e faz. Prevejo guerra.

4 – Encontrei meu professor de filosofia do segundo grau no shopping. Ele foi um dos responsáveis pela minha curiosidade mística. Suas palavras:

“Ser feliz e não fazer os demais felizes é um erro”. 

5 – Não que eu queira ser amado por todos. Mas pelo menos pelos que amo. Já tá de bom tamanho. 

6 – Igor Almeida, Deus te guarde, alimente e apresente seus milagres dia após dia. Amo você. Feliz aniversário. 

7 – A fé transpõe barreiras que a incredulidade impõe. Assim como o alimento aplaca a fome. Se tá pensando em desistir da porra toda, trava as pernas, hoje pode ser seu grande dia. Se ame.

8 – Éramos nômades. Já fomos bárbaros. Amanhã seremos pó. Agora podemos ser tudo. 
9 – Me expresso como se portasse uma mensagem. Como se esta mensagem importasse. No fim vejo que há quem se importe. Ufa, não estou só. 
10 – Senta aqui, me fala da sua vida. Me perdoa se eu te julgar, faz parte da minha parte burra.

Tony L. Draper

Do hebraico “Aquele que não sabe porra nenhuma, mas tá tentando aprender”. 

#nossodrops

Veja onde atuam as facções. Aqui no DF temos PCC, PLD (Paz, liberdade e direito) e Comando Vermelho

Meus votos aos empresários que dirigem estes impérios criminosos é que haja alguém com um pouco a mais de massa cinzenta disposto a apaziguar as coisas. Já que agora é de domínio público o “fato” de tais corporações movimentarem bilhões de dólares anualmente em negociações que fazem o senhor White (BreakingBad) se sentir um tolo.
Além do tráfico de drogas entrar em colapso, as matanças provocam uma sensação de ausência total de proteção da integridade física do cidadão comum e sua família. 

Como pessoa comum, só posso deixar documentada minha “ciência” dos fatos, sabendo prontamente que minha opinião em nada pode ajudar e/ou atrapalhar essa revolução desorganizada do crime organizado. 

De qualquer maneira, seguimos, entendendo que a existência de tais organizações funcionando nas fuças do sistema nos mostra um jovem país, despreparado e alheio às chagas que a desigualdade gerou. 
Tem jeito! Vamos. 

Tony Lopes Draper 

#texticulous 

Quem bem soubesse deveria procurar alguém para não transar! Um ensaio sobre monogamia, paixão e sexo, claro!


Pare um pouco para pensar em seu desenvolvimento, sua história e o percurso que trilhou até aqui. 
Fez? Claro que não, mas faça depois. Acho válido. 

Empirismo nosso de cada dia: 

Cresci em um país conhecido mundialmente pelo seu povo ‘caliente’, entre pessoas calientes, assisti filmes, séries e li livros ‘calientes’. Antes de uma história romântica, garotos de 14 anos não pensam pouco em sexo. Acordamos e dormimos com esse sentimento de que transar é o grande barato. 

Da estética:

Não importa se parece a Elza Soares ou a Beyoncê (duas negras queridas e belas, pra não dar treta), o orifício é a meta. 

Do tempo:

Chega o primeiro amor (eu chamaria de “Meteoro da Paixão” thanks Luan Santana.). Nos enche de vontade de viver para o outro, beber o outro, comer o outro, se fundir de maneira a não ser possível saber quem é quem. 

Normalmente nessa fase, no meu tempo, fugir de casa era o “ápice” do Meteoro. Hoje essa fase ocorre de várias maneiras. Plurais, subjetivas e, normalmente, trágicas, como tudo que é ‘pós-moderno’. 

Engatados tal qual um motohome, chegamos aos primeiros desafios, consequências dos excessos, vontade de ‘mais’, e um pouco mais. Até que esgota. Não era amor, poxa, pena. Alguns tomam todas (sic), outros comem todas as que aparecem pela frente e são comidos por outras e o pau quebra. 

Chega o próximo amor. Você já sabe o que não quer em alguém, mas ainda não está disposto a mudar para fazer dar certo. Quase ninguém quer. É tipo hábito de ser, sabe. Pessoas são. 

Mas nessa fase não se enxerga como passível de mudança. É o “eu sou”, em minúsculo mesmo. Quem quiser que se adapte. 

Começou a faltar sexo selvagem 7×7, vish. Tem outra, tem outro, ciúmes, loucura, cada um pira como pode e, novamente, o pau quebra. 
Essas histórias podem se repetir por toda a vida. Tem gente que nunca sai desse momento.  

Quem aprende um pouco, vai aos exemplos, começa a analisar e ver que existem pessoas que estão juntas há décadas, se amam e respeitam, tiveram problemas mil em todos os campos. Mas, no presente, podem dizer que ambos foram um presente para o outro. 

E o sexo? Quase todo dia. Quase na segunda, quase na terça…(espero que conheçam essa piada). 

Percebe-se também que amar é uma escolha que traz muitos benefícios, mas também requer compromissos com acordos, normas. E, traição será quebrar tais acordos. Já que são flexíveis e reordenados de acordo com a vivência que se tem do outro. Não é contrato, é o combinado. 

E o motivo de toda verborragia: 

Quando você olha pro seu companheiro, você se imagina vivendo com ele pra sempre sem transar? 

Não seria bom parar pra pensar que esse momento chegará, por motivos de ‘as pessoas envelhecem’ e se envelhecem juntas, tão logo tal virtude não se dará tão facilmente? 

Nota-se que a parceria consiste em tentar perceber o que o outro espera de você. E se você está disposto a dar aquilo, ou se você simplesmente não tem tal elemento. Cumprindo ao outro definir se esse elemento é essencial ou apenas um capricho.

Decreto incentiva recuperação de nascentes e matas ciliares no DF

Da Agência Brasília



Regras para os produtores que entraram no Cadastro Ambiental Rural permitem regularizar passivos ambientais

Regras complementares para o funcionamento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e do Programa de Regularização Ambiental de Imóveis Rurais (PRA-DF) foram estabelecidas pelo Decreto nº 37.931, publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal de 30 de dezembro de 2016. A norma também regulamenta, no âmbito do DF, o Código Florestal (Lei Federal nº 12.651, de 2012).

A iniciativa é das Secretarias do Meio Ambiente e da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF).

Além da obrigação legal, o decreto é uma forma de o governo incentivar a recuperação de nascentes e das matas ciliares, amenizando as mudanças no clima e protegendo a fauna e a flora. O PRA-DF define como os produtores rurais já cadastrados podem regularizar os passivos ambientais em suas terras.

O programa de regularização ambiental do DF inova, em relação a outras unidades federativas, ao criar prêmios para os produtores rurais que, além de produzirem alimentos, conservam os recursos naturais das terras onde plantam.

Ele determina, por exemplo, que o Programa de Aquisição da Produção da Agricultura (Papa-DF) pague um preço melhor pelo produto entregue por quem protege as matas ciliares. Pelo Papa-DF, o governo de Brasília compra diretamente de cada agricultor familiar até R$ 120 mil por ano.

O decreto garante ainda que haverá, para esses produtores, facilidades no processo de regularização fundiária. Outra medida prevista é usar os recursos da compensação florestal para apoiar os trabalhadores rurais que queiram recuperar suas matas ciliares ou reservas legais desmatadas antes de 2008. Com isso, pretende-se canalizar recursos para cuidar das áreas definidas como prioritárias à proteção da água, do solo e da biodiversidade.

Escravo da Alegria 

​​
E eu que andava nessa escuridãoDe repente foi me acontecer

Me roubou o sono e a solidão

Me mostrou o que eu temia ver

Sem pedir licença nem perdão

Veio louca pra me enlouquecer

Vou dormir querendo despertar

Pra depois de novo conviver

Com essa luz que veio me habitar

Com esse fogo que me faz arder

Me dá medo e vem me encorajar

Fatalmente me fará sofrer

Ando escravo da alegria

E hoje em dia, minha gente, isso não é normal

Se o amor é fantasia

Eu me encontro ultimamente em pleno carnaval

Um mentor: Ruim com, pior sem!


No Brasil somos criados com a ideia de fazer 18 anos e ser “livre”. A ânsia por tomar álcool sem correr o risco de “dar ruim”, tirar carteira de motorista, entrar em show além matinê, enfim, fazer coisas que os adultos fazem. 

Por outro lado, quando chegamos na idade, nem sempre sabemos cultivar tal liberdade. Trazemos a criança que pegava os carrinhos e chocava uns contra os outros pra fazer o mesmo nas ruas, a cervejinha que antes era algo oculto em festas periódicas, vira a fuga de todas as horas, esconderijo perfeito pra triturar nossa Alma e incentivar a inconsciência se si. É quando nasce o cínico, despudorado e inconsequente. 

Essa alma sebosa não tem critérios, ninguém o detém por que se considera livre. Torna-se uma máquina de rebeldias desnecessárias e quando se repara, foge pra longe do que vê. E se esconde, na ânsia infantil Ainda de permanecer a salvo do que significa “ser”. 

Se dá sorte, encontra pelo menos 1 mentor, alguém com liberdade pra lhe dizer em amor e face a face como o vê. 

Se você conhecer um líder que não tem um líder, fuja. Adultos que se consideram independentes e donos de uma verdade podem estar vivendo uma grande mentira. 

Por fim, deixo meu respeito e admiração pelos mentores e líderes que tem me acompanhado durante minha trajetória. Obrigado pela coragem de me acordarem, mesmo quando foram necessários alguns tapas na cara. Sem vocês seria impossível chegar até aqui. Muito obrigado! 

Tony L. Draper 

#texticulous 

Ilustração: Los Carpinteros

Luck Cage  no Netflix, meu ponto de vista e minha nota. 

O último dia do ano foi embalado pelo último episódio do Pastelão heroico Marvel “Nefliquizado”, Luck Cage. 

Minha paciência com as brigas intermináveis e sem um vencedor certo quase nunca é quase nula. Para isso aceleramos e seguimos felizes vendo os desfechos clichê de cada episódio. 

Ter apenas uma temporada por hora ajuda muito, pois quando a segunda chegar, se chegar, a gente até já esqueceu o enredo anterior. 

A Netflix se consolidou como empresa que contrata seu próprio time de atores. Me lembra na época das novelas mexicanas, onde a gente ia a Thalia em tudo quanto era novela. Acho que ela fez umas 3 Marias. Mas isso fica Pr outro texto. Só toquei no assunto por ver um pessoal de outros seriados originais da empresa atuando em Luck Cage.

A quem interessar possa! Feliz ano novo. 

Nota da série: 6 

Simbora!

Carandiru Foi Massacre 

A violência coletiva e autoritária na história: 
Mesmo em menor escala, o Massacre do Carandiru é pro Brasil, o que o Holocausto foi para a Alemanha na Segunda Guerra Mundial.
Foi tipo injusto, saca?
Pra que pena de morte, meu povo? Ela já existe e atua por todas as vielas, contextos e prisões. Matar ainda é visto como solução e matar muitos, por um lado é motivo para descanso, condecorações e honras mil. 
Sei que o clima era tenso e pá. Mas partir pra cima de pessoas armadas com pedaços de madeira e estiletes artesanais com um verdadeiro arsenal, ficou feio. No mínimo desigual. Algo triste de se pensar. 
O mote político e as coincidências: 
Segundo matéria do Catraca Livre, 5 dias depois do massacre/chacina do Carandiru, Temer foi nomeado Secretário de Segurança e sugeriu “repouso, meditação e tratamento psicológico para os policiais”. 
A ONU, pelo menos, trata o episódio como um dos mais fora da casinha dos direitos humanos. 
De forma mágica, foi dado agora, terça passada, como legítima defesa. 
Coincidência ou não, o Temer é presidente da república e 73 policiais indicados como autores diretos dos assassinatos e adjacências, livres. 
Meu apelo particular:
Oremos! 
Tony L. Draper 

Provas inevitáveis, ganhos inestimáveis! 

Trilharemos por caminhos que não desejamos, faremos acertos de contas que não imaginávamos ter um dia. As possibilidades de uma desistência de tudo sempre batendo na porta e convidando para que não se erga e caminhe até a linha de chegada.
Já me perguntei por décadas sobre felicidade, tempo e qualidade de vida. Palestrei sobre isso umas centenas de vezes durante alguns anos. Não como quem tem a razão e a certeza, mas como quem vive o cotidiano de uma pessoa comum. E minha conclusão, até o presente momento, é de que não são altos e baixos, são degraus acima. A cada quitação de débito, seja dessa ou de outra vida, há uma elevação no plano psicológico, principalmente.

Ao término de cada peleja é preciso uma festa, uma comemoração. E, óbvio, a certeza de uma dezena de outras provações vindouras e bem vindas, já que são inevitáveis.

E os ganhos?

São inestimáveis! Existe um regresso ao que há de mais verdadeiro em nós, sempre que somos postos diante de situações que parecem fora de nosso controle. Se deixarmos, há cura para tantos problemas da alma, tanta clareza e paz ao desenrolar de cada novelo desse carretel que chamamos vida!

E a felicidade plena?

Pois é, plenitude remete a algo completo, inteiro! Portanto, tente se imaginar sem os desafios que venceu, as batalhas que ganhou, ou até mesmo as que perdeu. Sua identidade não existiria. Simples assim.

O estado perfeito do ser humano é um ideal, uma utopia, quase um engodo! Longe de mim fazer o santo do pau oco. Mas nos melhorar é uma opção! Sim você pode virar um maníaco depressivo, sociopata, escroto, cínico. Mas pode também se tornar mais flexível, sincero, romântico, atento a sí e seus defeitos. É tudo uma questão de escolha, que é uma questão de referencial, ou seja, a quem você se alia e busca respaldo para seguir seu caminho. Por isso, o velho jargão “Somos fruto do meio”. E nesse quesito, sou privilegiado, pois consegui, ao longo de 35 anos, ter ao meu lado as melhores pessoas que alguém poderia ter, os melhores livros que a visão me deixou ler. Deles, neles e por eles, formei uma identidade peculiar, idiossincrática e ao mesmo tempo global, enfim, uma rede de seres humanos, vivos ou mortos, santos, profanos, nerds, mongóis, sábios, sanguíneos, me dando insights de como encarar cada parte do percurso.

Esse texto não acaba aqui, já que a vida continua. Espero que eu possa dar continuidade na categoria de quem não desistiu, mesmo nos momentos mais difíceis.

Se você leu até aqui, peço que, em suas preces, me inclua também.

Com carinho e o máximo que a sinceridade me deixa ir,

T

L

Estar juntos, fazer juntos e juntos viver!

Estive com 47 pessoas nos últimos 4 dias, divididas em 4 grupos. Sem contar as reuniões em particular. Não sou dos melhores em fazer só, na verdade sou uma negação. Como diria a música, “não sou audiência para solidão”. Mesmo.

2ª reunião preparatória do Projeto CrêSer Criança

Projetos que dão certo, normalmente são feitos em diversas mãos, com a atenção e o cuidado que várias cabeças pensando juntas proporcionam. 

É na união das ideias que grandes problemas se tornam “coisa simples” de resolver, assim como pequenas ideias ganham proporções para além da visão do agora. 

Nesse âmbito, celebrações acontecem, resoluções surgem e novas propostas para um mundo melhor podem ser discutidas, quiçá, executadas. 

Linha de frente #ocupeolago
 São relacionamentos que surgem, na maioria das vezes, com intuito de nos tornar pessoas mais capazes, fortes para suportar uma tristeza ou outra. Âncoras que não nos deixam pensar no conceito de ilha, mas de “conurbação”. 

Projeto Estruturando
Nesse espaço do coletivo, há lugar para enxergar nossa riqueza e planejar em como dividi-la. Ceder um tempinho para aquilo que a pressa do cotidiano nos rouba. É aqui também que nos vemos nos perguntando “pra onde estamos indo” e/ou “onde eu estava” que não vi o mundo com esses olhos. 
Por essas e outras, acredito sim, em uma evolução constante da nossa raça e em um futuro próspero para mim e para os meus. Juntos, sempre. E, claro, “quem tá por fora é quem não soube se comportar dentro”. 

Viver pode doer, mas vale a pena

O mundo me deu algumas folhas em branco, alguns amigos pra sempre, outros me foram tomados por circunstâncias para além do meu controle, ainda outros o pulso deixou de pulsar.
Com tantas pessoas sempre ali, contando de si, sabendo de mim, desmascarando meu ego. Com as escolhas batendo (noc, noc), só restava fazê-las ali, sem pensar muito. E foram mil escolhas erradas, mil erros.
Os acertos foram muitos também, mas estes são esperados.

O tempo passou com décadas tão distintas, processos e progressos tão agressivos. Em dado momento pensei que não suportaria. Viver também dói.

E quando eu resolvi querer, fui lá. Obtive tudo aquilo com que minha mente vibrava, como também vibrava meu coração. Feitiços mil, orações em montes madrugadas a fio, o tantra, exus, pombagiras e pretos-velhos, orixás, Freud, Nietzsche, Dali, Leibnez, mulheres lindas, sexo e pulso, O doce, o ácido, o maldito álcool. O altar, o abuso, o fracasso, a fome e o medo da rejeição. Caralho, foi foda!

Deus e Demônio não se entendiam. Sempre uma inimizade consigo mesmo, uma vontade de morte e um viver ofegante, cheio de adrenalina e vapor.

A Bíblia hoje, empoeirada sobre meu criado mudo, ainda me mostra um Jesus inteligente, amoroso e incrível. Dos tantos livros que passaram pela minha vida, este se sobressai. Leio, reflito e me enxergo em cada linha. É como se ela me lesse, não o contrário.

Através de cada linha lida, assimilar o caminho, chamar outros,  criá-lo sobre estrutura testada na dor, na perda, nos ensina a saborear verdadeiras vitórias. E das maiores que posso me considerar campeão é que quase não tenho magoado ninguém nos últimos anos. Pois uma vida vivida com intensidade pede calmaria com a chegada de certa idade.

Dramático? Talvez você não tenha oportunidade suficiente de conviver comigo tanto tempo para ouvir sobre tudo que envolve ser eu. Nem queira, pois ser você já deve ser muito difícil.

Só tento expressar um pouco de como me sinto aos 36 anos e prestes a casar, algo que significa viver a unidade de duas identidades e a unificação na diversidade.

Tony L. Draper

Usando a rede social Hello

A nova rede social, criada pelo inventor do orkut é o que poderemos chamar doravante de “orkut 2” ou “orkut, a ressureição”. 

Anonimato – Pagando 50 moedas você pode curtir e comentar anonimamente

O design do App para iPhone (o único qu testei) é muito bem elaborado, cheio de cores e detalhes. 

Menu em forma de sanduíche é um quê a mais na ferramenta

Para se expressar na rede ao invés de “posts” você envia “jots” e para cada jot você pode escolher uma categoria que se encaixa. Nessa hora o brasileirocaga tudo e sai colocando todas as categorias, tornando a rede uma réplica confusa de tudo que já vemos nas demais redes. O perfil já traz além do nome, dia do nascimento e sua idade. 


Para se definir você escolhe as personas (interesses/categorias (5 no máximo). As personas são organizadas em ordem alfabética e os temas são bem variados. Para cada persona você responde um questionário cheio de perguntas que dão uma sensação de “wtf”, mas passa. Eu só consegui preencher uns 3 até agora e se a rede sobreviver, acho que consigo preencher os demais.


O sistema financeiro da Hello é composto por moedas que você pode comprar com dinheiro real, caso queira fazer extravagâncias ou simplesmente ter seus jots em alta diante dos “hellors” de sua rede. 

Sistema de niveis gamifica a rede e deixa a gente com vontade de evoluir

Até então você tem 40 níveis para alcançar, o que depende de sua interação com as postagens dos coleguinhas. 

em pouco tempo ja tem gente mendigando likes, seguidores e coments. coisa de brasileiro

O legal é que subcelebridades ficam mais acessíveis e se mostram realmente deprimentes, assim você consegue ver até onde as pessoa são capazes de ir por notoriedade digital. 

as personas na Hello garantem simplicidade nos temas, mas facilitam a puverização de idiotices

A diversidade de personas é detalhada e você percebe verdadeiro zêlo em fazer o conteúdo de cada uma delas. O design é completo e minuciosamente colorido. 

Enquanto escrevia esre post subi pro nivel 5 de 40 🙂

Uma das características que gostávamos no Orkut e que veio pra Hello, foi a possiblidade de saber quem visitou seu perfil. Adoro essa funcionalidade. 

À medida que for descobrindo coisas, vou criando na categoria Hello pra vocês acompanharem. 

Ah…baixe aqui

Hello World!

Estou só dando uma olhadinha 

A visita do cliente e o que ele espera desse momento há muito não é pensada no varejo. 

Os resultados versus as metas, sempre tomando nocaute, tornam a percepção do pequeno empresário turva. Ele não consegue entender o que está errado, onde os produtos não estão agradando e, o pior, se o concorrente tem o mesmo produto, vê-lo vender e você não.
Senta aqui…

Tá na cara que, de um modo ou de outro, todos estão nas redes sociais. Elas já não são mistério pra ninguém. Outra evidência é que o preço das coisas já podem ser vistos sem que seja necessário sair de casa. Tão logo, o seu melhor preço já deve ser sabido pelos seus consumidores.

Ops…mas vc ainda se surpreende com a concorrência? Ou pior, sai correndo feito um louco para alcançá-lo através da redução do valor do seu produto que, provavelmente você comprou em maior quantidade, reduzindo assim a margem de lucro e tornando as despesas fixas um peso pra sua organização?

Pra piorar você ainda acha que é possível vender produtos de alto valor agregado utilizando táticas de camelôs (nada contra, apenas um paralelo)?

Desculpe, mas é preciso trocar os apelos “compre meu produto”, “visite minha loja” ou “venha nos fazer uma visita” por:

“Buscamos atender desejos que você sequer sabe que tem.”

“Nossos produtos são um mero detalhe, isso a concorrência tem. Nós cuidamos de você.”

Ou ainda:

“Visite a concorrência e veja o quanto somos diferentes.”

As pessoas preferem pagar o valor real de um produto quando seus atendentes apresentam uma certa “conexão” com o cliente, a importância daquela aquisição e entende sua vontade. Principalmente no Brasil, é muito fácil entender o gosto (ou falta dele) do cliente. Nosso público não e neutro, busca constantemente um lugar onde possa não apenas comprar um produto, mas ter um momento agradável, aconchegante mesmo.

Sem mais delongas, a conversão de uma visita em venda pode ser mais difícil do que você imagina. Envolve carisma, atenção, cuidado e, por fim, não menos importante, conhecimento da concorrência e sua aposta para o momento, sem lhe dar chances de perceber que a concorrência não existe, pois já não são produtos em troca de dinheiro, mas relacionamento.

Bons negócios! 

Lei da atração passiva – A audição!

Época tensa aquela que eu falava tudo que pensava. Simplesmente saía falando como se fosse o próprio dono da verdade. Ainda magôo um ou outro, de leve e por pura pressa e descuido. Nada proposital.


O correr dos dias me ensinou a querer ouvir mesmo. Entender mesmo. 
Às vezes peço pra pessoa repetir várias vezes a mesma coisa, pra eu realmente compreender e por fim, quando a pessoa me perguntar o que acho, continuar pensando e dizer: “Estou refletindo sobre isso”. 


Cansei de ter certezas. De julgar meu conhecimento superior, minha experiência suficiente e meu domínio da lingua veloz o suficiente para interpretar um simples “sim”. 
Descobri que quando ouço me conecto ao outro, as necessidades do outro, aos sonhos e desejos do outro. O foda é que se o outro é extremamente cético e você dá crédito devido a um estado emocional abalado, por exemplo, você carrega pra si essa pegada e os “bangs” não viram. Ou seja, Nem tudo são flores no universo das conexões. 

Deus nos ajude! 

BesouroBass cola na Batalha da Escada

A primeira intervenção cultural do projeto Ritmo, Poesia e Preservação aconteceu na quarta-feira (13/07) e levou os Besouros pra um pião na Batalha da Escada. 

Na ocasião, contamos  com a presença de Marcelo Ottoni (#aceiteodesafio, #ocupeolago, Fundação Verde Herbert Daniel), nosso incentivador nas primeiras ações e gravação do clipe Noiz Que Voa Parte 2. 

Quem me conhece das ruas sabe que as palavras  superação, propósito e determinação andam juntas no meu linguajar, quem conhece do Point sabe que na essência consta também. 
E, digo sem medo de errar, estes 3 atributos estão presentes na Batalha da Escada. O time (literalmente 11 manos), com o MC Piloto no fronte está levando à universidade de Brasília uma batalha eclética e respeitosa. 

Mc Nenzin dando o papo
 
 Fui extremamente surpreendido com um
irmãozinho passando com um saco de lixo  para recolher os resíduos da galera, enquanto na outra mão um boné passava pra ajudar uma irmãzinha a ir pra um rolé de batalha em São Paulo. Ou seja, vi todos os valores que prezo ali. 
“Não é a roupa que você usa que define seu carater. mas sua atitude” – Marcelo Ottoni

O mais bacana é que não importa se é favelado ou universitário, tem espaço pra todos. É muito gratificante ver o rap unindo e multiplicando talentos sem perder a boa e velha agressividade. 

Parabéns, família! Muito obrigado por abrir espaço para nossa banca. Máximo respeito! 

Fazendinha JK, última morada de Juscelino, será reaberta ao público


Uma relíquia da história e da arquitetura nacional está em reforma para ser reaberta ao público, após quase cinco anos fechada. Última moradia do ex-presidente Juscelino Kubitschek, morto em 1976 em um acidente automobilístico, a Fazendinha JK receberá convidados em uma festa programada para setembro, quando o antigo dono faria 114 anos. O imóvel conserva todos os móveis, artigos pessoais e itens de decoração de quando a família do político vendeu a propriedade, em 1984, a um ex-deputado paranaense, aliado dele. Além disso, localizada em Luziânia, distante 13km do centro da cidade goiana e a 60km de Brasília, a residência é a única obra de Oscar Niemeyer na zona rural.
Juscelino comprou o imóvel em 1972, após ter o mandato cassado pela ditadura militar e de ser proibido de entrar em Brasília. Queria um lugar onde pudesse passar os dias, reunir os amigos e, de lá, ao entardecer, ver as luzes da capital que ergueu no Planalto Central. Encantou-se com a Fazenda Santo Antônio da Boa Vista. Decidiu comprá-la e a apelidou de fazendinha. Virou a Fazendinha JK. Ali, ele se tornou produtor rural. Usou modernas práticas de irrigação. Plantou soja, arroz, café, eucalipto, na intenção de provar que o solo do cerrado era fértil.
Fonte: Correio Braziliense