Provas inevitáveis, ganhos inestimáveis! 

Trilharemos por caminhos que não desejamos, faremos acertos de contas que não imaginávamos ter um dia. As possibilidades de uma desistência de tudo sempre batendo na porta e convidando para que não se erga e caminhe até a linha de chegada.
Já me perguntei por décadas sobre felicidade, tempo e qualidade de vida. Palestrei sobre isso umas centenas de vezes durante alguns anos. Não como quem tem a razão e a certeza, mas como quem vive o cotidiano de uma pessoa comum. E minha conclusão, até o presente momento, é de que não são altos e baixos, são degraus acima. A cada quitação de débito, seja dessa ou de outra vida, há uma elevação no plano psicológico, principalmente.

Ao término de cada peleja é preciso uma festa, uma comemoração. E, óbvio, a certeza de uma dezena de outras provações vindouras e bem vindas, já que são inevitáveis.

E os ganhos?

São inestimáveis! Existe um regresso ao que há de mais verdadeiro em nós, sempre que somos postos diante de situações que parecem fora de nosso controle. Se deixarmos, há cura para tantos problemas da alma, tanta clareza e paz ao desenrolar de cada novelo desse carretel que chamamos vida!

E a felicidade plena?

Pois é, plenitude remete a algo completo, inteiro! Portanto, tente se imaginar sem os desafios que venceu, as batalhas que ganhou, ou até mesmo as que perdeu. Sua identidade não existiria. Simples assim.

O estado perfeito do ser humano é um ideal, uma utopia, quase um engodo! Longe de mim fazer o santo do pau oco. Mas nos melhorar é uma opção! Sim você pode virar um maníaco depressivo, sociopata, escroto, cínico. Mas pode também se tornar mais flexível, sincero, romântico, atento a sí e seus defeitos. É tudo uma questão de escolha, que é uma questão de referencial, ou seja, a quem você se alia e busca respaldo para seguir seu caminho. Por isso, o velho jargão “Somos fruto do meio”. E nesse quesito, sou privilegiado, pois consegui, ao longo de 35 anos, ter ao meu lado as melhores pessoas que alguém poderia ter, os melhores livros que a visão me deixou ler. Deles, neles e por eles, formei uma identidade peculiar, idiossincrática e ao mesmo tempo global, enfim, uma rede de seres humanos, vivos ou mortos, santos, profanos, nerds, mongóis, sábios, sanguíneos, me dando insights de como encarar cada parte do percurso.

Esse texto não acaba aqui, já que a vida continua. Espero que eu possa dar continuidade na categoria de quem não desistiu, mesmo nos momentos mais difíceis.

Se você leu até aqui, peço que, em suas preces, me inclua também.

Com carinho e o máximo que a sinceridade me deixa ir,

T

L

Já digo não, sei meus limites e estou aprendendo a fazer escolhas

Acabo de ler este texto, no Fast&Co, sobre o botão ‘delete’ contido em nossos cérebros. E, pra minha surpresa, o segredo de eliminar e/ou fixar determinadas informações (aprender/desaprender) consiste em dormir bem. Pois, segundo pesquisadores, as sinapses que fazem o trânsito dos neurotransmissores trabalham nesse espaço de descanso. Inclusive naquela sonequinha de 10/20 minutos após o almoço.

Durante minha caminhada nessa vida de ‘freelancer’, já me vi sob pressão para entregar em 24h trabalhos que eu precisaria de 1 semana para fazer, assim como projetos feitos em 2 dias, quando precisava de 1 mês. Na maioria das situações consegui me sair bem, entregando com êxito os trabalhos e, o melhor, sem dar na cara que ralei sem dormir por horas a fio. Mas eu sabia que ao final, minha capacidade de criar, dialogar e transmitir ideias estava abalada e esgotada. O mesmo sinto quando estou incomodado com uma situação ‘x’ou ‘y’. Pensamentos repetitivos se acumulam em volta de um tema e, não adianta jogar água fria na cara, não consigo sair do lugar, girando em torno do assunto até estafar.

A jornada deve ser seguida em coerência

Fazer escolhas. Quase nunca é fácil. (Foto: Internet)
Fazer escolhas. Quase nunca é fácil. (Foto: Internet)

Há alguns anos atuo de forma efetiva em projetos sociais, voltados para o meio ambiente, sustentabilidade e cultura. Por muitas vezes me vi fazendo para além das minhas forças, buscando o melhor resultado, sem obtê-lo por um motivo simples: Falta de autoconhecimento. Pois se soubesse dos meus limites à época, teria reduzido o desgaste em muito, além de ter aberto oportunidade para outros `voluntários` fazerem sua parte. É o que de algum tempo pra cá resolvi chamar de `liderança torta`.

Tenho descoberto, aos poucos e a duras penas, que trabalho voluntário não precisa ser sofrido, doloroso e/ou desestimulante. Meu ego e vontade de ver dando certo não pode, nem deve, em momento algum, interferir no bom andamento das atividades de um todo. Assim como descobri que todos ganham quando assumem, cada qual seu papel, o cumprem e, ao final, celebram. Precisamos seguir em coerência com nossos sentimentos e nossas capacidades. Deixando assim tempo para família, trabalho e o cuidado com a alma.

Ninguém é de ferro

Por mais que clichê que seja, e é, a máxima de que não temos super-poderes e de que não estamos acima de nossas capacidades físicas, psicológicas e motoras, deve guiar nossa caminhada rumo ao equilíbrio de nossas aptidões, paixões, projetos e ambições.

Não trata-se apenas de uma desculpa para errar, mas uma justificativa para, com direito, se sentir cansado e, nesse momento, descansar. Abrir mão da capa e buscar o aconchego do lar, a canja de galinha ou aquela série favorita que você assiste para sair um pouco da realidade.

Algo aprendido uma vez, nem sempre torna-se um hábito, mas deveria

Então, aprendi, já sei. Pronto?

Não! Quem dera fosse simples assim.

Já digo não, sei meus limites e estou aprendendo a fazer escolhas

O próprio aprendizado requer treino e muitas recusas. Pois podemos saber que o corpo chegou no limite e mesmo assim ainda aceitar novas tarefas em prol de um projeto. Podemos saber que nossas forças estão fracas e, ainda assim, topar um novo desafio. Como é difícil dizer não! Mas não é impossível.

Tenho treinado me habituar a dizer desculpe, mas não posso. Tem funcionado. Mas não pense que trata-se de uma tarefa fácil e que do dia pra noite você conseguirá levar uma vida com qualidade, 8 horas de sono, equilíbrio emocional e psicológico. Leva tempo, mas vale a pena.

Através de exercícios como dizer não, ouvir minha intuição e seguir minhas convicções, já não bebo há 1 ano e parei com o cigarro há 10 dias. Mas quero contar esta e outras histórias a medida que tiver tempo para tal, o que não é minha realidade no momento.

Good vibes, people!

 

 

Estar juntos, fazer juntos e juntos viver!

Estive com 47 pessoas nos últimos 4 dias, divididas em 4 grupos. Sem contar as reuniões em particular. Não sou dos melhores em fazer só, na verdade sou uma negação. Como diria a música, “não sou audiência para solidão”. Mesmo.

2ª reunião preparatória do Projeto CrêSer Criança

Projetos que dão certo, normalmente são feitos em diversas mãos, com a atenção e o cuidado que várias cabeças pensando juntas proporcionam. 

É na união das ideias que grandes problemas se tornam “coisa simples” de resolver, assim como pequenas ideias ganham proporções para além da visão do agora. 

Nesse âmbito, celebrações acontecem, resoluções surgem e novas propostas para um mundo melhor podem ser discutidas, quiçá, executadas. 

Linha de frente #ocupeolago
 São relacionamentos que surgem, na maioria das vezes, com intuito de nos tornar pessoas mais capazes, fortes para suportar uma tristeza ou outra. Âncoras que não nos deixam pensar no conceito de ilha, mas de “conurbação”. 

Projeto Estruturando
Nesse espaço do coletivo, há lugar para enxergar nossa riqueza e planejar em como dividi-la. Ceder um tempinho para aquilo que a pressa do cotidiano nos rouba. É aqui também que nos vemos nos perguntando “pra onde estamos indo” e/ou “onde eu estava” que não vi o mundo com esses olhos. 
Por essas e outras, acredito sim, em uma evolução constante da nossa raça e em um futuro próspero para mim e para os meus. Juntos, sempre. E, claro, “quem tá por fora é quem não soube se comportar dentro”. 

Meu momento

Poderia dizer que estou vivendo um dos momentos mais diferentes da minha existência. Não tenho como detalhar cada etapa, ou onde os processos se tornaram confusos, mas posso dizer que não vivia momentos tão conturbados há muito tempo.

Minha natureza primeira dizendo pra que eu seja irracional, culpe uns dois ou três pelas coisas que não vão bem. Enquanto minha natureza nova, reflexiva e “terapeutizada”, pede calma e reflexão constante sobre todos os assuntos que envolvem ser eu.

Escolhendo o caminho da reflexão e tentando não ser rude comigo mesmo, sigo buscando o caminho certo, para cada escolha ser bem feita e o desfecho de cada problema seja encontrado.

Deus no controle.

 

Tony L. Draper

Pro dia Nascer Feliz 

Escolhemos a forma como vamos levar nosso dia? Pelo que tenho vivido, sim! Amanheci cheio de cobranças, internas e externas e a cada lembrete do telefone, e-mails e mensagens, era um baque na alma.

Aos poucos o estado de irritabilidade foi se alastrando, o café não estava do meu gosto, olhei no espelho me sentindo gordo, liguei o computador pra trabalhar antes da minha carona chegar, não saia nada que prestasse, tudo era caos por dentro. Nisso já demonstrava sinais de irritabilidade. Foi quando a ficha caiu.

Sai na varanda o sol sorria, como de costume, mas mesmo ele já vi nuvens ofuscarem sua beleza. Refleti sobre isso, sobre dias nublados, dias chuvosos e tempestivos e, pra minha sorte, podia quase tocar seus raios. Foi uma sensação de liberdade incrível.

Olhei pra minha companheira e lhe ofereci abraço em troca de abraço, pedi que relevasse meu olhar preocupado e me ajudasse a levar o dia de forma mais leve, eu estava seguro ali. Minha carona chegou, tomamos mais um café e meu dia havia mudado, mesmo tudo estando do mesmo jeito. Escolhi ver o que de melhor o dia poderia me proporcionar. O restante do dia foi intenso em resoluções, acordos, remarcações, reuniões, tudo acontecendo, como deveria ser.

our-values04

Nem sempre foi assim. Em outros tempos descontaria na pessoa mais próxima minha insatisfação com as dificuldades e consequências de minhas escolhas, culparia o motivo mais tolo pra encontrar motivo para um debate onde ter razão era o máximo que eu conseguiria, multiplicando assim minha dor interna, alimentando de veneno meus sentidos e órgãos vitais, adoecendo.

Faço este relato com o intuito singelo de não esquecer dias nublados, muito menos dias ensolarados e desmotivadores do mau humor. Assim como quero não esquecer de olhar nos olhos da pessoa amada e dizer: Por mais que eu esteja num dia ruim, quero te dar o meu melhor, nem que seja apenas um abraço.

Entendo que não é fácil conseguir assimilar um ato simples de observação da natureza à um estado de espírito, ânimo, etc., parece meio Haribô (e acho que é), tenho certeza que é 100% autoajuda, pois estou ME ajudando, há quem faça outras coisas pensando estar se ajudando, vai de cada um e isso eu entendo e respeito.

Essas degustações sempre me embelezaram e mudaram meus dias, sempre foram assim, eu que era cego e não conseguia detectar a possibilidade de ser proposital da minha parte.

Espero que alguém que não tenha conseguido ir até a varanda, ao ler este texto faça isso, vai que a lua, o sol ou as estrelas te trazem mensagens que você ignora. Vai que a salvação do seu dia está na atitude de simplesmente ver a riqueza de tudo que é gratuito e de valor inestimável. Não custa tentar.

Viver pode doer, mas vale a pena

O mundo me deu algumas folhas em branco, alguns amigos pra sempre, outros me foram tomados por circunstâncias para além do meu controle, ainda outros o pulso deixou de pulsar.
Com tantas pessoas sempre ali, contando de si, sabendo de mim, desmascarando meu ego. Com as escolhas batendo (noc, noc), só restava fazê-las ali, sem pensar muito. E foram mil escolhas erradas, mil erros.
Os acertos foram muitos também, mas estes são esperados.

O tempo passou com décadas tão distintas, processos e progressos tão agressivos. Em dado momento pensei que não suportaria. Viver também dói.

E quando eu resolvi querer, fui lá. Obtive tudo aquilo com que minha mente vibrava, como também vibrava meu coração. Feitiços mil, orações em montes madrugadas a fio, o tantra, exus, pombagiras e pretos-velhos, orixás, Freud, Nietzsche, Dali, Leibnez, mulheres lindas, sexo e pulso, O doce, o ácido, o maldito álcool. O altar, o abuso, o fracasso, a fome e o medo da rejeição. Caralho, foi foda!

Deus e Demônio não se entendiam. Sempre uma inimizade consigo mesmo, uma vontade de morte e um viver ofegante, cheio de adrenalina e vapor.

A Bíblia hoje, empoeirada sobre meu criado mudo, ainda me mostra um Jesus inteligente, amoroso e incrível. Dos tantos livros que passaram pela minha vida, este se sobressai. Leio, reflito e me enxergo em cada linha. É como se ela me lesse, não o contrário.

Através de cada linha lida, assimilar o caminho, chamar outros,  criá-lo sobre estrutura testada na dor, na perda, nos ensina a saborear verdadeiras vitórias. E das maiores que posso me considerar campeão é que quase não tenho magoado ninguém nos últimos anos. Pois uma vida vivida com intensidade pede calmaria com a chegada de certa idade.

Dramático? Talvez você não tenha oportunidade suficiente de conviver comigo tanto tempo para ouvir sobre tudo que envolve ser eu. Nem queira, pois ser você já deve ser muito difícil.

Só tento expressar um pouco de como me sinto aos 36 anos e prestes a casar, algo que significa viver a unidade de duas identidades e a unificação na diversidade.

Tony L. Draper

Besouro Bass – Grupo de rap de Brasília cria campanha ousada para lançamento de seu novo clipe.

Na última segunda-feira, os seguidores do grupo BesouroBass foram surpreendidos com uma notícia trágica. A falsa matéria de um jornal da capital dizia que o grupo havia se acidentado rumo a Chapada dos Veadeiros, notícia desmentida ao clique do internauta, pois a notícia já levava diretamente para o video clipe onde acontece um acidente que faz parte do roteiro. Quem clicou no link passou do susto pra o estado emocional que lhe era propício no momento e, ao meio dia, depois de mais de 30 compartilhamentos depois, pedindo desculpas pelo susto. Como resultado da ação conjunta, o grupo obteve 2 mil visualizações logo nos primeiros dois dias de lançamento.

Confira o clipe e a notícia abaixo. Sim, eu fiz a produção executiva e sou um dos culpados pelo susto dos fans. Desculpem. Mas parece que as estratégias de lançamento não irão parar. Vou soltando aqui a medida que as estratégias forem rolando.

Parabéns, Besouro Bass e parceiros.


É com muito pesar que compartilhamos esta notícia com nossos amigos, fãs e parceiros.
Na última madrugada, a caminho da Chapada dos Veadeiros, a Van que levava os integrantes do grupo BesouroBass colidiu com uma carreta. Os envolvidos no acidente encontram-se internados em estado grave.

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Pedimos a todos que direcionem suas boas vibrações para que passemos por este momento com garra e força de vontade.

É Noiz Que Voa!

Veja notícia completa aqui:
https://goo.gl/by0yKD

Usando a rede social Hello

A nova rede social, criada pelo inventor do orkut é o que poderemos chamar doravante de “orkut 2” ou “orkut, a ressureição”. 

Anonimato – Pagando 50 moedas você pode curtir e comentar anonimamente

O design do App para iPhone (o único qu testei) é muito bem elaborado, cheio de cores e detalhes. 

Menu em forma de sanduíche é um quê a mais na ferramenta

Para se expressar na rede ao invés de “posts” você envia “jots” e para cada jot você pode escolher uma categoria que se encaixa. Nessa hora o brasileirocaga tudo e sai colocando todas as categorias, tornando a rede uma réplica confusa de tudo que já vemos nas demais redes. O perfil já traz além do nome, dia do nascimento e sua idade. 


Para se definir você escolhe as personas (interesses/categorias (5 no máximo). As personas são organizadas em ordem alfabética e os temas são bem variados. Para cada persona você responde um questionário cheio de perguntas que dão uma sensação de “wtf”, mas passa. Eu só consegui preencher uns 3 até agora e se a rede sobreviver, acho que consigo preencher os demais.


O sistema financeiro da Hello é composto por moedas que você pode comprar com dinheiro real, caso queira fazer extravagâncias ou simplesmente ter seus jots em alta diante dos “hellors” de sua rede. 

Sistema de niveis gamifica a rede e deixa a gente com vontade de evoluir

Até então você tem 40 níveis para alcançar, o que depende de sua interação com as postagens dos coleguinhas. 

em pouco tempo ja tem gente mendigando likes, seguidores e coments. coisa de brasileiro

O legal é que subcelebridades ficam mais acessíveis e se mostram realmente deprimentes, assim você consegue ver até onde as pessoa são capazes de ir por notoriedade digital. 

as personas na Hello garantem simplicidade nos temas, mas facilitam a puverização de idiotices

A diversidade de personas é detalhada e você percebe verdadeiro zêlo em fazer o conteúdo de cada uma delas. O design é completo e minuciosamente colorido. 

Enquanto escrevia esre post subi pro nivel 5 de 40 🙂

Uma das características que gostávamos no Orkut e que veio pra Hello, foi a possiblidade de saber quem visitou seu perfil. Adoro essa funcionalidade. 

À medida que for descobrindo coisas, vou criando na categoria Hello pra vocês acompanharem. 

Ah…baixe aqui

Hello World!

Estou só dando uma olhadinha 

A visita do cliente e o que ele espera desse momento há muito não é pensada no varejo. 

Os resultados versus as metas, sempre tomando nocaute, tornam a percepção do pequeno empresário turva. Ele não consegue entender o que está errado, onde os produtos não estão agradando e, o pior, se o concorrente tem o mesmo produto, vê-lo vender e você não.
Senta aqui…

Tá na cara que, de um modo ou de outro, todos estão nas redes sociais. Elas já não são mistério pra ninguém. Outra evidência é que o preço das coisas já podem ser vistos sem que seja necessário sair de casa. Tão logo, o seu melhor preço já deve ser sabido pelos seus consumidores.

Ops…mas vc ainda se surpreende com a concorrência? Ou pior, sai correndo feito um louco para alcançá-lo através da redução do valor do seu produto que, provavelmente você comprou em maior quantidade, reduzindo assim a margem de lucro e tornando as despesas fixas um peso pra sua organização?

Pra piorar você ainda acha que é possível vender produtos de alto valor agregado utilizando táticas de camelôs (nada contra, apenas um paralelo)?

Desculpe, mas é preciso trocar os apelos “compre meu produto”, “visite minha loja” ou “venha nos fazer uma visita” por:

“Buscamos atender desejos que você sequer sabe que tem.”

“Nossos produtos são um mero detalhe, isso a concorrência tem. Nós cuidamos de você.”

Ou ainda:

“Visite a concorrência e veja o quanto somos diferentes.”

As pessoas preferem pagar o valor real de um produto quando seus atendentes apresentam uma certa “conexão” com o cliente, a importância daquela aquisição e entende sua vontade. Principalmente no Brasil, é muito fácil entender o gosto (ou falta dele) do cliente. Nosso público não e neutro, busca constantemente um lugar onde possa não apenas comprar um produto, mas ter um momento agradável, aconchegante mesmo.

Sem mais delongas, a conversão de uma visita em venda pode ser mais difícil do que você imagina. Envolve carisma, atenção, cuidado e, por fim, não menos importante, conhecimento da concorrência e sua aposta para o momento, sem lhe dar chances de perceber que a concorrência não existe, pois já não são produtos em troca de dinheiro, mas relacionamento.

Bons negócios! 

Só por enquanto…

Enquanto seu protesto estiver nas palavras. Espero que tenha o bom senso de sair da frente e deixar quem faz, continuar fazendo. 
Enquanto suas palavras forem “não vai dar certo”, “é impossível” ou “vamos falhar”, sugiro seu mais solene silêncio.
Enquanto for mais fácil culpar terceiros pelo seu fracasso. Peço que mantenha distância das atividades em grupo. Pois pessoas erram, depois erram novamente, continuarão errando. E tudo que dá certo é mérito de todos, assim como quando não dá certo, todos estão no erro e pagam juntos. Nunca funcionará de outro jeito.
Enquanto for importante o “de quem foi a ideia”, procure apropriar-se das ideias de terceiros, acreditando e investindo energia. É como se essa bobagem de “dono da bola” sequer existisse.

Entendendo a mudança de algoritmo do facebook – Pt 1

Mudança de algoritmo do feicebuque deixando o xoxomidia de cabelo em pé. 
O alcance 

Sorry, o comboio da organicidade segue cumprindo a missão de acertar o ponto mais alto da linha da inovação. 

Em tempos de opinões soltas e o “meme” que vai viralizar, o conteúdo que prender o cliente por mais de 5 minutos (exige texto e imagem casados) libera o Feed pra um percentual maior do seu público. 

O design 

Matemática aplicada foi usada à exaustão, além de novas linhas de código e a libertação da capa 851*315 pra se expandir com postagem nas estatísticas, foto de perfil volta pro canto esquerdo no desktop e se mantém reinando no mobile, inutilizando parte do centro. Ou seja, mais margem e microformats na sincronia.

O travamento

Você já deve ter se deparado com a mesma postagem a cada vez que acessa o App no mobile, o mesmo acontece no desktop. Tem jeito?

Sim, o filtro de liberação de Feed sofreu ajustes de indexação e parece que o povo do Mark não tá sabendo como resolver. Comece mudando a forma como posta, adicionando ao filtro os grupos de contato que o feicebuque cria automaticamente (mas vc também pode criar). 

Os anúncios

Ainda são boa opção para os endinheirados. Mas se você não dá conta de saber nem quem é alcançado por meio orgânico, não indico. 
Por hora é isso…

Autoestima, o caminho para o coração

Música: Cromossomos – Marinho (BesouroBass) e Strikys. Ouça.

Sem autoestima ficamos áridos, apáticos e indiferentes ao sentimento do outro. Nos tornamos cínicos, desalmados. Verdadeiros zumbis.

Nos últimos anos vi meu ego, baixa autoestima e tantos outros defeitos me atrapalhando muitas vezes. Tantas que não poderia contar. Foram tantas humilhações sofridas, outras geradas contra o próximo. Tanta falta de afeto e zelo pelo outro. Um excesso de imbecilidade.

Hoje, menos idiota, um pouco maduro, consigo enxergar com clareza muito do que me fazia mal, me deixava de humor em baixa e atrapalhava os negócios. Descobri que postura é questão de escolha. E, independente do trabalho que executamos, devemos buscar, antes de tudo, um “sentido” naquilo.

O capital tirou das Pessoas Comuns, a capacidade de sonhar, viver o presente e criar vínculos com sua história futura. Já que está tudo tão difícil e falar de crise é a nova sensação.

Me apego neste momento aos meus escritos, fé e determinação para afirmar:

Você é importante em um processo que talvez você nem saiba que existe e, o pior, continuará existir mesmo que você não acredite. E cada vez mais veloz.

Quem estiver pretendendo alcançar algum sucesso real nessa vida, precisa entender o ‘seu’ valor diante de tudo isso e qual a ‘sua’ contribuição para que o mundo se torne um lugar cada vez melhor.

Mas por onde começar?

Doando seu tempo, seus ouvidos e, se preciso, sua voz para aqueles que tem um grito engasgado, um mal querer de si, expressarem abertamente seus sentimentos sem medo do julgamento.

É fácil?

Não. Você precisará estar rico de ‘autoestima’, para não tornar seu modo de vida uma regra para a existência, ou considerá-la um fracasso. Meio termo e chá de camomila não fazem mal a ninguém, experimente.

Isso funciona?

Comigo sim. Como disse acima, não posso tornar uma regra, mas tem me feito bem ver ‘sentido’ em cada atitude que tomo, cada contato que estabeleço e cada conexão bem sucedida. Estou me unindo aos pré-escolhidos para trilhar um caminho que desconhecemos juntos, e juntos desbravaremos.

Por fim. Você vai se surpreender quando descobrir que você pode ser o que quiser.

Tamojunto!

O planejamento de projetos no Brasil

Muitas empresas por onde passamos dizem que planejam seus projetos. Porém, quando olhamos de perto, notamos que, na realidade, poucas pessoas fazem de fato um planejamento completo e eficaz.

Foto: Living Well Spendingless

Entre As principais causas encontramos: a falta de conhecimento em como planejar, a quantidade de projetos em que os Gerentes de Projeto são alocados, a falta de cultura, a percepção de que planejamento é perda de tempo ou mera burocracia, dentre outras.

No exterior, em países em que as pessoas têm por hábito planejar projetos, tais como Alemanha, Japão, Estados Unidos e Inglaterra, o índice de sucesso quanto à conclusão dentro do prazo, do orçamento e de obtenção dos resultados desejados pela organização giram em torno de 80% (Standish Group, 2012). No Brasil, esse número dificilmente passa dos 20%.

Foto: Lean Construction

Estudos mostram que, quando o plano do projeto é escrito, as chances de sucesso aumentam em cerca de 60%, quando comparados aos resolvermos dos projetos em que o planejamento não é elaborado ( Quekuas e Barcui, 2008).

O percentual de dedicação no planejamento nesses países nos casos de sucesso é cerca de 20% a 25% de todo o projeto (Standish Group, 2012), ao passo que, no Brasil, há apenas 20 a 25 minutos de dedicação ao planejamento, é quase apenas mentalmente. Claro que os 20 a 25 minutos é uma brincadeira…ou não? A realidade, infelizmente, é que no Brasil se constata que a dedicação não é diferente disso. Afinal somos considerados mundo afora como o pop do “jeitinho”, do improviso, da proatividade, do jogo de cintura, da maleabilidade  e da criatividade. Sem entrarmos no mérito de julgamento de sermos piores ou melhores, mas será que para trabalhar com projetos, esse jeito de ser é o que nos traz os melhores resultados? Os países que citamos estão sempre “coincidentemente”, entre as principais economias do mundo. Portanto cabe aqui uma pergunta: quanto tempo é necessário para fazer um bom plano de projeto? E o que é necessário reunir para fazê-lo?

Imagem: Fertility Awareness

Muitos gerentes de projetos entram numa fria no começo do projeto. Recebem um proeiro com prazos curtos e pouco dinheiro – situação comum para quase todos que trabalham com projetos. Mas por que alguns executivos prometem o projeto para alguém em prazos e orçamentos tão ousados? Eles dizem que precisam entregar o projeto dentro de Gaia restrições, pois foram impostas pelo cliente ou pelo chefe do chefe; é que se não entregá-lo o Gerente de Proneto ficará numa situação complicada na empresa, podendo até ser mandado embora.

Enfim, normalmente, são as oportunidades do momento para o negócio.

Fonte: PM Visual – Robson Camargo

Projeto executado em tempo recorde com apoio tecnológico Trello!

Muito obrigado Trello, por proporcionar uma ferramenta tão completa e, o melhor, gratuita. Graças ao aplicativo, conseguimos reduzir em 60% o tempo com reuniões e resoluções. Com uma nuvem robusta e capacidade de tráfego acima da média, permitiu que arquivos e pendências fossem trabalhados coletivamente sem transtornos ao prazo pré-estabelecido pela equipe.

trellolife

Já trabalhei com alguns organizadores de tarefas e ferramentas de gestão de projetos e, na boa, fazia tempo que uma ferramenta não me encantava tanto pelo aspecto usabilidade e velocidade de processamento das informações.

Todo roteiro foi trabalhado com a ajuda do app que nos facilitou estar em qualquer lugar e a qualquer momento poder fazer pequenos ajustes em resoluções de reuniões anteriores. Assim como a documentação anexada às pendências conseguiram seguir o padrão de leveza que é peculiar aos quadros e atributos.

O sistema de cheklists dá uma agilizada em processos que envolvem logística e “outsourcing”, tornando tarefas complexas em um calhamaço de pequenas ações efetivas e de curta duração, quase improcrastináveis.

Parabéns, Trello e Equipe BesouroBass.

Tony Lopes

Designer and Producer

Lei da atração passiva – A audição!

Época tensa aquela que eu falava tudo que pensava. Simplesmente saía falando como se fosse o próprio dono da verdade. Ainda magôo um ou outro, de leve e por pura pressa e descuido. Nada proposital.


O correr dos dias me ensinou a querer ouvir mesmo. Entender mesmo. 
Às vezes peço pra pessoa repetir várias vezes a mesma coisa, pra eu realmente compreender e por fim, quando a pessoa me perguntar o que acho, continuar pensando e dizer: “Estou refletindo sobre isso”. 


Cansei de ter certezas. De julgar meu conhecimento superior, minha experiência suficiente e meu domínio da lingua veloz o suficiente para interpretar um simples “sim”. 
Descobri que quando ouço me conecto ao outro, as necessidades do outro, aos sonhos e desejos do outro. O foda é que se o outro é extremamente cético e você dá crédito devido a um estado emocional abalado, por exemplo, você carrega pra si essa pegada e os “bangs” não viram. Ou seja, Nem tudo são flores no universo das conexões. 

Deus nos ajude! 

BesouroBass cola na Batalha da Escada

A primeira intervenção cultural do projeto Ritmo, Poesia e Preservação aconteceu na quarta-feira (13/07) e levou os Besouros pra um pião na Batalha da Escada. 

Na ocasião, contamos  com a presença de Marcelo Ottoni (#aceiteodesafio, #ocupeolago, Fundação Verde Herbert Daniel), nosso incentivador nas primeiras ações e gravação do clipe Noiz Que Voa Parte 2. 

Quem me conhece das ruas sabe que as palavras  superação, propósito e determinação andam juntas no meu linguajar, quem conhece do Point sabe que na essência consta também. 
E, digo sem medo de errar, estes 3 atributos estão presentes na Batalha da Escada. O time (literalmente 11 manos), com o MC Piloto no fronte está levando à universidade de Brasília uma batalha eclética e respeitosa. 

Mc Nenzin dando o papo
 
 Fui extremamente surpreendido com um
irmãozinho passando com um saco de lixo  para recolher os resíduos da galera, enquanto na outra mão um boné passava pra ajudar uma irmãzinha a ir pra um rolé de batalha em São Paulo. Ou seja, vi todos os valores que prezo ali. 
“Não é a roupa que você usa que define seu carater. mas sua atitude” – Marcelo Ottoni

O mais bacana é que não importa se é favelado ou universitário, tem espaço pra todos. É muito gratificante ver o rap unindo e multiplicando talentos sem perder a boa e velha agressividade. 

Parabéns, família! Muito obrigado por abrir espaço para nossa banca. Máximo respeito! 

BesouroBass grava clipe com apelo ambiental na Chapada dos Veadeiros

O rap, diferente do que muitos pensam pode sim, ser ferramenta para boas mensagens, reflexão sobre o meio ambiente e sociedade. 

Trilha para Almécegas – Chapada Dos Veadeiros

Ele (o Rap) é livre, inclusive para simplificar a mensagem sobre preservação ambiental. Talvez e, porque não, invadir lares e tornar crianças de hoje ambientalistas de amanhã. 


Foi nesse espírito que partimos para a Chapada dos Veadeiros. A busca pela mensagem ideal, pelas imagens que nem um milhão de palavras diriam e pela tradução livre de temas repetidos, mas não entendidos, como sustentabilidade, por exemplo. 


Em dois dias fizemos o possível para gerar imagem de conteúdo para o projeto Ritmo, Poesia e Preservação. Ali também nos tratamos, nos retratamos e buscamos uma paz com nossa consciência por saber que estávamos fazendo uma pequena (minúscula) parte do que precisa ser feito para que a pauta saia do domínio dos catedráticos e se torne prática corriqueira no cotidiano de qualquer pessoa comum.

Além de experiências transcendentes (como não poderiam deixar de ser), esperamos por uma onda de boas novas a cada dia. Pois sabemos que o trabalho não é vão. 

Vamos! 

O bem não está calado

As notícias sobre tragedias violências mil se espalham como erva daninha. Em paralelo, com menos publicidade e voluntariado genuíno, movimentos como ocuperiodoce, Ocupeolago, Virada do Cerrado mobilizam pessoas para fazer o bem. Sim, faço parte dos três, com muito orgulho e a dedicação que meu cuidado com a comunicação de 3 empresas me permite. 

Em algum momento da história, o lucro virou regra, quem tem mais, pode mais. E para a decepção de quem busca a felicidade onde ela não está, alguns despertam e entendem, buscam o equilíbrio e se conectam a outros, então o milagre acontece. 

Depois de 2 anos tirei 4 dias de descanso em Florianópolis. Lá fiz esta foto.

Nesse processo pessoas se auto curam, se examinam e se dispõem a fazer o que está ao alcance para mostrar este outro lado da moeda. É o melhor que poderíamos ter? Definitivamente, não.  Mas é o que conseguem, com seu talento e dedicação.

Reunião do projeto #ocuperiodoce

São pequenos blocos coloridos em meio ao cinza que tomou conta do mundo. São beija-flores levando gotas na busca (não ingênua) de apagar as labaredas do pessimismo, do consumo desmedido e da falta de zelo com o próximo (leiase meio ambiente). 

Reuniao com assessorias de comunicacao do GDF para apresentar a Virada do Cerrado

A escolha pelo desânimo, descrédito e desalento bate à porta todos os dias. Cumpre a você entrar na vibe que te levará a entender que faz parte de uma cadeia de dna que já não põe o lucro acima da vida. Pois por hora são os pobres, mas quando as febres insistirem em não cessar, tenhamos cuidado, pois não sobrará pedra sobre pedra. 

Se é pra ser, sejamos! De milagre em milagre. Sejamos. 

Deus nos abençoe!